O Sinal Definitivo do começo do fim

Um “recipiente de guardar corpos” sempre sobraria para contar a história e calar os céticos, pois sua presença maciça não passaria despercebida e nem poderia disfarçar o seu significado!

Muitos poderiam ser os sinais do fim de uma civilização, e sua especificação abrangeria todas as tipologias conhecidas, tais como a depravação galopante, a corrupção pandêmica, o fim da família tradicional, o capitalismo impiedoso (ganhar dinheiro a qualquer custo), o Comunismo camuflado, a expansão do Islamismo, a desconfiança generalizada, a instabilidade catastrófica do clima mundial, a impotência ou omissão dos governos, a propagação da toxicomania e de todos os vícios, a animosidade entre as superpotências bélicas, enfim, tudo o que qualquer um pode ver com os próprios olhos e que assombra o mundo há décadas. Todavia, um único sinal, gritante por lembrar diretamente a morte, específico por atender à mais crua logística da matéria, e contundente por sua aparente insignificância perante os outros sinais, vem agora apontar para os mais recônditos pavores humanos, de modo inexorável e virtualmente insolúvel.

Refiro-me ao aparecimento de caixões para enterrar gente. Um caixão, mesmo seco, é por si só uma baita bofetada no orgulho humano, uma facada na esperança e uma propaganda mórbida, seja com que olhos o vermos. A própria palavra, que deriva de caixa e poderia ter virado “caixona”, traz o pavor de encaixotar gente, prender gente, gente que pode não caber na caixa, e por isso, lembra também gente esquartejada. Enfim, caixão é um horror só, que por mais forte que aparente ser um “machão incorrigível”, ele sempre preferirá não permanecer numa sala escura com um “ataúde”, neste seu outro nome feio que lhe deram os vivos. Ninguém, pois, está 100% em paz ao lado de um caixão (com “honrosas” ou doentias exceções) e muito menos dentro, enquanto a Luz divina não abrir os olhos da alma após o desencarne.

Porém o grande CHOQUE chegou. O choque numérico. Neste exato momento, muito além de contarmos os horrores que um simples caixão provoca em qualquer olhar mais pensativo, a História nos traz o horror dos horrores, a saber: uma avalanche incalculável de caixões de defunto, todos construídos a partir de tecnologia de ponta, incluindo materiais de alta durabilidade, capazes de resistir a pressões externas vigorosas, calor excessivo, inundações e até terremotos, sem falar na sua vedação perfeita e absolutamente impermeável a pandemias e contaminações.

Refiro-me à construção em massa de caixotes perfeitos para acomodar defuntos promovida pelo Governo dos EUA (até onde soubemos foi o Governo dos EUA o responsável pelo menos por iniciar tal empreitada macabra, o que não indica que outros governos já não estejam fazendo) e que foi encomendada numa quantidade tão avassaladora que nem o próprio governo conseguiu escondê-los da população, ou pior, talvez nem tenha se preocupado em fazê-lo, dada a iminência do sinistro para o qual apontam.

Os últimos dados que temos dão conta de que, dos caixões que ficaram à vista da população, foram contados mais ou menos 5 (cinco) milhões de ataúdes sintéticos para 4 (quatro) pessoas cada, o que daria um total de 20 milhões de defuntos, só no território americano e somente dentre os caixões não escondidos do público. Se a hipótese plausível de que a encomenda total tenha sido muito maior, e estaria escondida em subterrâneos secretos já abarrotados, o número final pode alcançar a casa de um bilhão de defuntos, sobretudo se muitos outros países tiverem feito a mesma encomenda. É o horror final!

Saímos na frente pelo pensamento religioso que, desde há milênios, procurou descobrir sinais do fim do mundo e sempre caindo em equívocos medonhos, dentre os quais contam-se casos até de suicídio de seguidores pela obediência a líderes fanáticos e tresloucados. Por causa das profecias bíblicas pacificamente recebidas pelos que creem na Providência divina, os cristãos sempre estiveram diante de sinais do princípio das dores, período que compreenderia todo o tempo decorrido antes do final da era da igreja e do início da era do antiCristo.

Inobstante, nunca houve um tempo antes de 2011 onde os cristãos tivessem nas mãos um sinal tão eloquente do princípio do fim, como é este caso da avalancha de caixões caros e de alta resistência. Com efeito, com tamanha prova de um desastre colossal nas mãos (provavelmente uma mortandade global generalizada), todo o Cristianismo agora pode respirar aliviado em sua busca por sinais, pois nada tem uma mensagem mais forte de genocídio do que a tal avalanche. [Vejam que já existe até canais de vídeo com o nome de “Caixões da FEMA”, e estão a serviço de divulgar as últimas novidades do caos atual, antes da tragédia que encherá de defuntos os tais “ataúdes de luxo”: confira AQUI o link para um Canal que contém a expressão “Caixões da FEMA” em seu próprio nome]. NESTE link há outras explicações boas.

Convidamos o leitor a, antes de continuarmos o comentário, assistir aos três vídeos oficiais da notícia, os quais fornecemos nos seguintes links:

1) O próprio Governo faz um alerta indireto: O Chefão da NASA vem convocar as famílias de funcionários da NASA no sentido de se prepararem para o pior: Veja NESTE link e espante-se.

2) Um jornalista corajoso (Jesse Ventura) põe seu rosto a prêmio e denuncia a avalanche de caixões, o qual foi incluído num vídeo religioso que comenta o fato: Veja NESTE link e pasme.

3) A FEMA continua a alertar a população dos EUA para um desastre iminente! Veja o vídeo mais atual comentado NESTE link, feito em julho de 2015.

De posse desses dados, resta-nos conversar acerca dos significados implícitos e explícitos de tal notícia, e até onde e como eles tocam a nossa vida pessoal de modo direto.

A avalanche de caixões prova que os governos estariam preparados para a catástrofe, embora não para salvar todo mundo, tal como mostrou o filme “2012”. Devido à explosão demográfica e as desgraças que ela traz, os governos sabem que uma grande mortandade provavelmente seria necessária para salvar o planeta (que estaria exaurido em poucas décadas), possibilitando a continuidade da raça humana para o futuro. Neste caso, a salvação das pessoas ficaria restrita àqueles que os governos querem que sobrevivam, tais como suas famílias, seus “correligionários fiéis”, as famílias dos militares envolvidos (das Três Armas), e todo o pessoal necessário para manter a máquina logística da sobrevivência em operação, garantindo os genes capazes de fazer perdurar o ser humano vivo e em condições de recriar tudo.

Se isto tudo parece coisa de nazistas? Parece sim! Só os arianos seriam salvos! Mas Dr. CS Lewis também contou que o último dos antiCristos usará este mesmo argumento – tão cativante para os maus – da limpeza étnica, permitindo sobrevida apenas às almas que tiverem se vendido ao diabo, seja pelo sinal da besta na testa ou pela obediência cega às missões suicidas do Islã! Enfim, era este “o quadro esperável” por quem quer que raciocinasse com Lewis ou com os autores canônicos que inspiraram Lewis. Bingo!

Por último, não há como nomear um evento para indicar qual o tipo de catástrofe está sendo esperada pelos governos, pois muitas delas já despontam no horizonte, como exércitos se aproximando em silêncio (NÃO PERCA um excelente vídeo sobre todas as profecias do fim do mundo, com a voz de Cid Moreira, NESTE link). O resultado prático de cada uma seria a morte de bilhões de pessoas, ou 75% da Humanidade. Senão vejamos:

(1) Uma pandemia global: Esta pode ser natural (se os governos não tiverem como controlar pestes aviárias, vírus mutantes e outras pragas) e pode ser artificial ou proposital, visando diminuir a população do mundo, por efeito de doença incurável e de morte rápida. A desvantagem deste método é necessitar de um antídoto global para conter a infestação, sob pena de extinção de toda a Humanidade. Provavelmente o antídoto já existe e já está em número suficiente. Dizem que os aviões cinzentos que estão pulverizando o globo com “chemtrails” já teriam iniciado a mudança necessária no clima para possibilitar o espalhamento planejado do um super vírus, cumprindo o risco calculado dos “cientistas do caos”.

(2) Uma explosão solar gigantesca em direção à Terra: É importante deixar claro que esta explosão não vai destruir a Terra. Vai apenas impedir o funcionamento de todas as fontes de energia e comunicações, deixando o planeta literalmente às cegas, em estrito e lato senso, provocando a situação descrita por Jesus em João 9,4. Ipso facto, o efeito culminará num caos social incontrolável, já que a falta de energia elétrica impedirá o funcionamento de muitos hospitais, bancos, CPDs e sobretudo polícias, deixando as cidades às escuras e em meio à criminalidade “livre leve e solta”, com saques a supermercados, bancos, residências, etc.. O pandemônio resultará de pacientes hospitalares mortos, assassinatos em massa nas ruas (seja em assaltos ou autodefesas), quedas de aviões, calor intenso sem ar condicionado, frio intenso sem aquecedor, etc..

(3) Se o aquecimento global for acelerado pela explosão solar, o mundo pode mergulhar de vez numa nova era glacial pela explosão dos chamados “Supervulcões”, os quais expelirão lavas e nuvens de fumaça tão finas e densas que ninguém poderá respirar, e que também impedirão a luz solar de chegar à Terra durante meses, levando à queda da temperatura global e frio extremo. Ao mesmo tempo, num outro subproduto do superaquecimento (se ele se direcionar para o efeito contrário), os oceanos podem subir e diminuir a faixa de terra habitável, aumentando o caos urbano e social.

(4) A aproximação de um corpo celeste descomunal às proximidades do Sistema Solar, alterando a órbita da Terra e até precipitando a sua frenagem para uma rotação oposta, podendo modificar a força de sua gravidade com consequências imprevisíveis. Os polos magnéticos seriam alterados e as placas tectônicas entrariam em colapso, gerando muitas dúvidas de que a vida humana resistisse a tamanhas oscilações (para dizer o mínimo).

(5) O mais gigantesco terremoto de toda a História da Terra estaria por vir, e ele pode ser o ponto a partir do qual todos os outros sinais se desencadeariam (ao mesmo tempo em que dá aos governos a esperança de que se restrinja à sua área de destruição – explico a seguir). As falhas de “Saint Andreas e Cascadia” (veja AQUI) apresentam sismos periódicos ao longo do tempo, e seu período é de aproximadamente 250/350 anos. O último abalo se deu entre os anos 1600/1700. Logo, como estamos em 2017, o bicho já estaria “atrasado” em mais ou menos 50 anos, e por isso pode-se afirmar, com 99,9% de certeza, que a terra está muito perto de “balouçar feito louca” por estes dias, fazendo ruir toda a costa oeste americana e produzindo milhões de mortos (sem contar que tal terremoto deverá ser o estopim para a explosão do super vulcão do “Parque Nacional do Yellowstone”, cuja erupção literalmente poderá eliminar toda a raça humana, e não somente os americanos!). Como o Governo dos EUA já tem certeza absoluta desta catástrofe, e talvez acreditando que tal desgraça poderá se restringir apenas ao “Oeste Dourado do Tio Sam”, mandou construir milhões de caixões para guardar toda a “cadaveria” iminente, e reduzir o risco de epidemias, contaminações necropáticas e outros prejuízos ao país.

Enfim, são muitos os eventos esperados pelos governos do mundo pós-moderno, o que vem explicar direitinho o cuidado em preparar as suas próprias famílias, como a dos militares, dos políticos e dos multimilionários, num corolário de situações perfeitamente deduzíveis pelo cidadão comum, independente de ele ter fé ou não. Todavia, a construção em escala industrial de milhões de caixões hiper duráveis para abrigar 4 corpos é um dado novo, bombástico, capaz de unir céticos e crentes na certeza mais medonha de todas: a de que enfim estaremos todos de pés juntos, seja contemplando o céu ou o inferno.

 

Sobre Prof. JV de Miranda

João Valente de Miranda Leão Neto é bacharel em Administração de Empresas, com pós-graduação em O&M. É bacharel em Teologia, com licenciatura plena em Ciências da Religião. É técnico em desenho de arquitetura e Photoshop, telefonia, mixagem musical e editoração de som. É pesquisador de paraciências e ufólogo, poeta e ex-articulista de jornais de circulação no Nordeste. É redator e revisor autônomo de textos e dissertações na Grande Rede.

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