Meu cristão favorito

Um Artigo extraordinário postado por “A Catequista” ensina os cristãos a entender melhor a divisão entre católicos e protestantes, bem como a enxergar em CS Lewis (e em outros bons crentes) o exemplo de discípulo de Cristo por quem o Senhor dedicou toda a sua missão a abençoá-los.

“Meu protestante favorito”: uma reflexão sobre os assim chamados “irmãos separados”…

Postado em A Catequista

Depois da animação “Meu Malvado Favorito”, bem que os católicos poderiam produzir um filme chamado “Meu protestante favorito”. Afinal, muitos de nós admiramos o testemunho cristão de ao menos um amigo, parente ou celebridade protestante (ainda que reconheçamos as graves lacunas de sua crença).

Tem uns sites católicos por aí dizendo que os protestantes não são nada além do que um bando de hereges completamente afastados da graça de Deus, e nem mesmo podem ser chamados de cristãos. Se você pensa assim, você está contra a doutrina católica, sim, amiguinho!

É preciso saber que:

  • a Igreja Católica reconhece como VÁLIDO o batismo ministrado em algumas comunidades protestantes (veja quais);
  • a encíclica Dominus Iesus afirma que os membros de outras religiões, ainda que de forma GRAVEMENTE deficitária, podem receber a graça de Deus – pois muitos não têm culpa de serem ignorantes quanto à verdadeira fé;
  • São Paulo ensina que até mesmo os pagãos, apesar de não terem tido contato com a lei de Deus, muitas vezes fazem o que a lei manda, quando são fiéis à sua consciência (Rom 2,13-15);
  • fora da Igreja não há salvação (já explicamos esse dogma aqui), e, junto a isso, também é verdade “para se obter a salvação, não se exige a incorporação real (reapse), como membro, à Igreja, mas é exigido, pelo menos, a adesão a esta pelo voto e o desejo (…). Se o homem sofre de ignorância invencível, Deus aceita um voto implícito, assim chamado porque contido naquela boa disposição da alma com a qual o homem quer a sua vontade conforme à vontade de Deus.” (Carta do Santo Ofício ao Arcebispo de Boston, 1949. Denzinger, 3866 -3872).

Diante de tudo isso, como é que se pode sustentar a ideia estapafúrdia de que os protestantes não são cristãos?

Nós católicos devemos saber conciliar a necessária luta contra a heresia protestante com o devido amor e respeito aos nossos irmãos separados. Até mesmo sabendo identificar as oportunidades de colaboração mútua em “questões sociais e técnicas, culturais e religiosas” (S. João Paulo II, Redemptoris Missio).Que a Deforma Protestante foi obra do capeta, isso nós temos que deixar claro (não foi reforma, foi deforma mesmo!). Ainda assim, algo de católico os protestantes conservaram – o Novo Testamento foi compilado pelos católicos, afinal (saiba mais aqui)! E é essa parcela de herança católica que Deus pode usar para realiza a Sua obra.

Aliás, nem todo protestante é herege, no sentido mais amplo do termo. Existe uma diferença entre crer em uma doutrina errada por ignorância invencível (heresia material), e entre rejeitar a verdade por puro orgulho, covardia e teimosia (heresia formal).

Nas comunidades protestantes, os pastores, bispos e apóstolos não possuem poder sacerdotal algum – pois não possuem sucessão apostólica. E, mesmo assim, muitos deles agem de reta consciência, buscando com sinceridade serem fiéis a Jesus.

Como bem observou nosso leitor Geraldo: “Uma coisa é o herege pai, fonte da heresia. Outra coisa são os membros das comunidades eclesiais herdeiras desse heresiarca (os batistas, os presbiterianos, assembleianos, etc.) que nasceram e cresceram nessa cultura sem nunca conhecer outra coisa E que, com aquilo que receberam (e que em grande parte é algo herdado do catolicismo de onde um dia se desmembraram) fazem o que podem, por vezes dando muito mais frutos que nós próprios que comemos à mesa do Pai”.Mas infelizmente, grande parte das denominações se afastaram de forma tão drástica do Evangelho, que já nem mesmo podem ser chamadas de cristãs: são paracristãs, ou seja, arremedos medonhos do cristianismo.

Como a igrejola do pastor que dá surra de terno…

 

 

 

 

 

 

 

As igrejas que abençoam uniões gay; a comunidade evangélica sul-africana que come capim durante o culto; a seita que promove a lipoaspiração Di Zizuiz para emagrecimento…

Enfim, o rol de aberrações é interminável! Algumas comunidades chegam até mesmo a negar a divindade de Jesus, como é o caso das Testemunhas de Jeová. Não é à toa que Lutero reconheceu a besteira que fez, ao ensinar que qualquer um pode interpretar a Bíblia (confira aqui).

Também muitos protestantes fazem uma escolha livre pela ignorância; nesse caso, o caminho da perdição é quase certo. Mesmo assim, o julgamento está nas mãos de Deus.

Então, se você tem um protestante favorito, seja legal. Tem muitas coisas que podemos fazer juntos. Mas, como canja da galinha não faz mal a ninguém, não dê chance pro Coisa-Ruim! Trate de trabalhar e rezar para trazer o amiguinho para a única Igreja que contém a plenitude dos meios de Salvação!

17/Abril/2017 – Publicado em Atitude Católica  por ESTE link.

NOSSO CRISTÃO FAVORITO

O Artigo acima é de uma qualidade extraordinária! É belo, coerente e majestoso, e por isso coube em uma de nossas postagens mensais, com algumas poucas “incisões” ou revisões, por assim dizer. Todavia, para não deixar a coluna de hoje muito cansativa, esta Escola entende que só nos resta esclarecer que CS Lewis não era protestante, no sentido estrito do termo, tal como o leitor pode conferir NESTE vídeo.

O problema reside muito mais na pobreza das línguas humanas que, com o passar do tempo, não têm nenhum poder para impedir que a preguiça mental e a ignorância técnica retire ou acrescente sentidos manipulados, para mais ou param menos, e assim as palavras vão caindo no vazio ou na mixórdia, culminando num futuro onde elas não servem mais para o propósito a que foram criadas, ou simplesmente obrigam a encerrar a discussão por absoluto desentendimento do que está sendo dito.

Exemplo disso são as palavras “cristão”, “espiritual”, “crente”, “evangélico”, “inspiração”, etc. São todas difíceis e “prostitutas” da linguagem, pois se amigam a bel prazer de quem quer que lhes pague melhor a utilização. O próprio CS Lewis se queixou disso várias vezes, sendo exemplo claro de sua indignação com este estado de coisas quando ele escreveu, no livro “Mere Christianity”, acerca da palavra “gentleman”. Diz ele que se era pra usar a palavra fora de seu sentido original, então o mais lógico seria inventar uma outra palavra, e não ficar “aprofundando” os sentidos ou forçando a barra para exprimir coisas iguais com nomes diferentes, ou coisas diferentes com nomes iguais!

Pois bem. Aqui chegamos no artigo anterior. Seu sentido só pecou quando chamou o cristão CS Lewis de “protestante”, no sentido comum ou “denominacional” do termo. Lewis só pode ser encarado como “protestante” no sentido de não se congregar “cadastralmente” numa paróquia Católica Romana, e isto basta. Porém Lewis era um “protestante”, tanto no sentido de ter sido um dos cristãos que mais protestou contra o pecado no mundo e no homem (ao ponto de ter escrito um livro como “Perelandra”, onde um cadáver possuído pelo diabo é igual a um homem que em vida se entregou ao demônio), quanto no sentido de ter usufruído de toda a gloriosa liberdade dos filhos de Deus, escrevendo dezenas de livros com autoridade superior à dos papas católicos (que nunca chegaram onde Lewis chegou!).

Assim, chamar de Lewis de protestante não é a melhor maneira de explicar Lewis para o mundo, e muito menos para “batizar” um dos maiores gênios da história do Cristianismo, o qual poderia figurar como 13º apóstolo de Cristo sem a menor dúvida! O mais correto seria chamá-lo apenas de “cristão”, para ser mais lógico e coerente com sua história de vida.

Mas na verdade, Lewis era muito mais católico do que a maioria dos católicos comuns de nossa convivência social, porque a catolicidade dele não era aquela da mera frequência aos templos católicos, mas a sua adesão irrestrita às doutrinas católicas, embora nem sempre expressas publicamente. Sua congregação semanal e às vezes diária era à igreja anglicana, que nada mais é que uma igreja católica da Inglaterra, cuja separação com a Igreja de Roma se deu tão somente por causa de um erro católico infantil, a saber, querer proibir o casamento aos seus sacerdotes, no tal celibato obrigatório. Ora, celibato é como virgindade, preserva quem quer! Mas nem por isso Deus iria proibir que um homem bem casado, excelente pai de família, não pudesse ensinar a Bíblia e administrar os sacramentos! Foi aqui que se deu a ruptura da Igreja da Inglaterra com a de Roma, e o erro romano persiste ainda hoje!

Logo, para sermos precisos e bem técnicos, o certo é chamar CS Lewis de católico, pois ser católico é antes de tudo PROFESSAR A DOUTRINA CATÓLICA, e esta Lewis professava em alto e bom som, como atestou o vídeo que recomendamos acima. Era isto o que tínhamos a concluir após a leitura deste excelente artigo pelo site “O Catequista”. Que ele sirva de orientação para que os católicos respeitem Lewis como católico, e para que os protestantes conheçam o coração católico de Lewis, e não mais o incluam em sua membresia de consciência tão medíocre.

 

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Pensamento preciso de Jung explica a perdição tal como Lewis

Alicerçado em sua experiência teórica e prática clínica, além de deduzida de sua inteligência ímpar, Carl Gustav Jung chegou ao máximo da iluminação numa frase que bem poderia ter saído da mente de CS Lewis

Introdução

A profundidade até onde desceu a mente de Jung, ou antes, a altura até onde se elevou, com toda certeza retumbou nos mais altos céus dos sete céus de que falava o apóstolo Paulo, para dizer o mínimo. Tão precisa e tão acurada dedução, numa conclusão típica da maturidade espiritual mais qualificada, só poderia vir de um homem dedicado ao estudo profundo da mente humana, com uma mente tão forte e vitoriosa que foi capaz de vencer o longo tempo em que foi “discípulo” de Freud e ouviu tantas “loucuras” de cérebros aferrados ao ateísmo e ao hedonismo.

Aliás, existe mesmo esta estranha história neste planeta: cérebros que foram submetidos às mais negativas experiências manipulatórias, em comparação com cérebros nunca dantes “treinados” no bom combate direto com o inimigo, terminam produzindo mais frutos para Deus, a trinta, a sessenta e a cem por um! Isto nos obriga à conclusão de que os mártires cristãos, e todos aqueles que sofreram horrores, seja neste mundo ou no mundo porvir, serão sem dúvida as almas que o Livro do Apocalipse aponta como “aqueles que lavaram as suas vestiduras no sangue do Cordeiro”, como exemplos vivos da mais fina flor da “elite celestial”, por assim dizer.

Jung certamente não foi um mero psicólogo (no sentido de estudioso da mente) e muito menos um psiquiatra comum, no sentido de um simples médico de cérebros. Porquanto é de muitas décadas a desconfiança de que, dadas as inúmeras provas colhidas no cotidiano dos consultórios, quem quer que trabalhe com a loucura alheia não pode escapar dos riscos de ultrapassar a finíssima teia que separa a sanidade da insanidade, e é por isso que tantos psiquiatras acabam suas vidas em suicídios, tratamentos psiquiátricos ou manicômios!

Neste caso, somos levados por Deus a acreditar que, além de todas as realidades temporais, somente o próprio Criador poderia ter ajudado Jung a ter ido tão fundo e não ter perdido os “neurônios da sanidade”, e mais ainda, a ter extraído de suas vivências e raciocínios, a pérola preciosa que vamos estudar agora. Que Deus nos permita também ver tão longe. Vejamos.

Veja o leitor como a certeza da existência da Evolução estava presente na consciência de Jung, mesmo numa época em que a Teoria de Darwin mal tinha sido levada a sério, nem mesmo por biólogos e antropólogos. Entretanto, sem a visão clara da Evolução, o leitor não entenderá de modo algum este Artigo, e muito menos Jung.

Dividiremos a frase de Jung em partes, assim indicadas:

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SEMANA LEWIS: “Lewis veio visitar-me” (quanta honra!)

Na madrugada do dia 10 de abril de 2017, ele veio a mim em sonho, mas em um sonho tão vívido e lúcido que pude resgatar algumas memórias “divulgáveis” e explicá-las para alguns leitores.

O próprio fato de Deus permitir um sonho desses, e a data e a circunstância em que ocorreu, devem servir de impulso para o leitor empreender uma espécie de “iniciação aos mistérios lewisianos”, por assim dizer, aos quais este articulista vem se dedicando desde 1965, quando pela primeira vez travou contato com o autor cristão mais extraordinário de toda a História pós Cristo. Além deste ponto, também é preciso deixar claro que este articulista nunca foi chegado a tomada de decisões com base em sonhos, e muito menos aceitou como autoridades aqueles que profetizam por sinais oníricos resgatados ao amanhecer (apesar de a Bíblia registrar e apoiar “profetas oníricos” a serviço do Senhor, sobretudo no Velho Testamento).

Outrossim, é preciso correr para avisar ao leitor que a experiência de ontem não teve nada a ver com a experiência de JB Phillips, na qual Lewis, poucos meses após a sua morte física (e pouco menos de dois anos antes de eu vir a conhecê-lo por meio do pastor Burton DeWolfe Davis), apareceu para Phillips em carne e osso, em corpo “sólido” [para entender corpo “sólido” será preciso ler o livro “O Grande Abismo”], e ali, em plena sala iluminada da casa onde Phillips estava, discorreu para este acerca da forma exata com que o Evangelho do Reino precisa ser pregado ao mundo inteiro, o que para nós inaugura neste Planeta o início do que chamamos “Lewisianismo” – conheça o relato de J.B. Phillips NESTE link.

Assim sendo, e guardadas as devidas proporções de espiritualidade entre este articulista e o mestre Phillips, apresso-me também para dizer que a aparição de Lewis no final de 1963 (e outra em fevereiro ou março de 1964) terá sempre o sagrado vínculo da verdade defendida por Jack (nome que o próprio Lewis se deu), e por isso eu mesmo tenho muito mais confiança no relato de Phillips do que no meu sonho, até porque em 1964 havia muito mais razões para Lewis ir até àquele reverendíssimo pregador, clérigo e escritor, ao passo que a atual derrocada de todas as instituições humanas, inclusive das igrejas cristãs, deixa o cenário completamente obscuro ou sem qualquer esperança, por assim dizer, exceto aquela que o Cordeiro de Deus prometeu realizar com sua volta a este planeta.

Por tudo isso, a estranha ocorrência de ontem à noite inquietou-me bastante, mesmo tendo me dado a alegria infinda de ver “meu Jack” tão de perto e tão saudável (sem qualquer cheiro de cigarro, rssss), com sua inesquecível fisionomia a iluminar meu quarto e minha saudade do futuro! Nem posso dizer quanto tempo o sonho durou… E agora que começo a descrevê-lo ou narrá-lo, vejo muito pouco espaço para uma aventura tão grande, e muito pouco tempo para uma conversa tão detalhista, que chego a admitir que o tempo de Deus, que rege a “dimensão” onde Lewis se encontra, penetrou em minha mente e me permitiu em poucas horas descobrir o que no Paraíso pode durar dezenas de anos terrestres.

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SEMANA LEWIS: “Se CS Lewis não entrar em sua Bíblia…”

“Se CS Lewis não entrar em sua Bíblia, nada que sair dela lhe será útil”. Com esta máxima irrevogável, esta Escola defende uma diferença qualitativa no Cristianismo Autêntico de Lewis acima de todos os outros “cristianismos”…

Na Semana Lewis 2017, esta Escola volta a enfatizar a CENTRALIDADE da “Teologia Lewisiana” para não apenas salvar o Cristianismo em si, ou salvá-lo da “charopada água com açúcar” que a chamada “igreja evangélica” lhe impôs, mas também para iluminar o Caminho da Salvação para todas as almas humanas, cujas vidas estão correndo vários riscos, tais como: cair na exposição reducionista do Protestantismo; cair no desvio diabólico da doutrina Testemunha de Jeová; cair na confusão trágica do Mormonismo; cair no engano DE$A$TRO$O da Teologia da Prosperidade; enfim, de todas as desgraças que nasceram após a loucura de Lutero e seus “irresponsáveis seguidores”.

E mais, existe uma razão clara e extraordinária para colocar a Teologia Lewisiana na CENTRALIDADE de uma “nova reforma” no Cristianismo, a saber, porque CS Lewis é um autor muito benquisto pelos protestantes, muito amado pelos evangélicos (sobretudo crianças e jovens), muito estudado nos seminários teológicos deles (muitos professores dali até defendem a ideia de que Lewis “era um protestante” – veja explicação sobre isso NESTE link) e muito lido nas escolas dominicais, pelo menos nas escolas que ainda zelam pela qualidade espiritual de seus ministérios e nas igrejas onde seus pastores não são bitolados…

Ora; este fato, esta admiração e até “veneração” à pessoa e inteligência de Lewis, constitui a ferramenta mais decisiva para iniciar e alavancar uma nova Reforma, e nós da EAT acreditamos que foi o próprio Deus quem “arquitetou” todo este plano, a saber, que justamente um homem “tido por protestante” um dia fosse o instrumento, a alavanca, a passagem e até o antídoto da heresia, na “ironia” bem peculiar das estratégias de Deus – descritas por Lewis e pela Sagrada Escritura – de usar gente do próprio meio para destruir as obras das trevas (por exemplo: Há quem tenha visto em Judas Iscariotes a maior ferramenta de Deus para mostrar aos demais apóstolos o quanto o inimigo é capaz de imiscuir-se na igreja do Senhor, e mais ainda, a obrigá-los à humildade, na lembrança de que “quem está de pé pode cair a qualquer momento”, como Judas caiu – I Coríntios 10,12).

Neste caso, na exata acepção da verdade presente das vergonhosas heranças de Lutero na pós modernidade (heranças como as igrejas da Teologia da Prosperidade) e no desvio de verdades fundamentais da Revelação negligenciadas pelo grosso das igrejas evangélicas, Lewis então desponta como a única e última luz no fim do túnel do engano, como única mente capaz de clarear e “traduzir” a vontade de Deus e o plano de Deus para a salvação da Humanidade.

Com efeito, se você leitor for um cristão mediano, ou for um católico leviano, ou for um protestante lewisiano (porque gosta de CS Lewis), então é para você que este artigo foi escrito, e somente você poderá fazer bom uso das informações aqui repassadas, na hipótese de já ter alcançado humildade suficiente para admitir que Lewis enxergou mais longe do que todo mundo, e que merece o nome de “décimo terceiro apóstolo” (veja figura seguinte), ou que ele é o único autor moderno do qual se poderia dizer que seus escritos mereceriam estar colocados lado a lado com os livros canônicos do Cristianismo. Prossigamos…

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Um invento que pode salvar milhões de pessoas*

Uma investigação mais acurada e um insight repentino podem ter descoberto um meio de salvar milhões de pessoas que viajam de avião. Aqui está o documento que detalha a descoberta.

“A visão aterradora de ter um pesadelo recorrente com quedas de aviões e a morte de centenas de pessoas parece ter sido, finalmente, substituída pela inefável visão da chegada do Corpo de Bombeiros ao local da queda, para recolher apenas os corpos dos tripulantes, encontrando vivos e sãos todos os que pagaram para voar”. Neste ponto do sonho uma pergunta explodiu em mim: “Por que não inventar um avião com 200 ‘Cockpits’ de Fórmula 1 para cada passageiro?”… Esta foi a pergunta que estremeceu na cama o articulista que vos escreve agora, e não consegui mais dormir até que consegui escrever o que se segue.

Até o dia da morte de Ayrton Senna (1º/maio/1994) eu me considerava um fã de corridas de Fórmula 1 (doravante F1), e nunca deixava de assistir, aos domingos, aquelas maravilhosas ultrapassagens e outros prodígios de pilotagem daquele saudoso piloto brasileiro, e a dor e a saudade daquele tempo provam o quanto de fato eu gostava de Senna e de sua fulgurante carreira, nas carreiras brilhantes que empreendia com os carros que dirigia. Aquele tempo, infeliz e finalmente, se foi, e a história tem provado que nenhum piloto atual – pelo menos brasileiro – chega aos pés de Senna, e pior, que não surgirá um novo Senna tão cedo, nem talvez em um século!

Todavia há uma coisa que a cada dia se mostra uma evidência mais decisiva em torno da morte de Ayrton, a saber: é a da contribuição que o seu doloroso acidente deu às pesquisas sobre segurança dos pilotos na F1, em relação à indestrutibilidade da cabine, ou pelo menos à sua impenetrabilidade, o que produziu os atuais cockpits praticamente indestrutíveis, garantindo a vida das “estrelas maiores” do arriscado espetáculo da F1.

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Um Apocalipse acionado com apenas um tiro!

Alguém imagina por que um único maluco nanico pode antecipar o Apocalipse com um único gesto? Então deve ler este artigo para entender a aterradora verdade que seu título expressa.

A primeira coisa a analisar é a posição destacada dos EUA no cenário mundial. Por “posição” aqui entenda-se social, econômica, política e geograficamente, para ficar só nestas áreas. Mas há uma outra área onde a posição dos Estados Unidos é aquilo que poderíamos chamar “cintilante aos olhos do Senhor”, e cujo mérito a mais nenhuma outra nação se poderia atribuir. Isto é, a sua aliança histórica e conservadora com Israel, os mistérios que dela derivam e os mistérios que nela desembocam. É aqui que está o grande sinal que este artigo vem analisar, sob a ótica da escatologia cristã.

Subreptícia e surpreendentemente, estes atributos cintilantes que fazem sobressair os EUA aos olhos do próprio Deus também deságuam num oceano de mistérios sem fim, e é aqui que está o cerne do que trata este artigo. Porquanto e com efeito, todos os atributos que conseguimos enxergar na esteira desta estranha aliança com Israel, emergem de um sem número de enigmas geopsicossociais até certo ponto inexplicáveis, bem como fazem aflorar outras fulgurantes pérolas no extenso colar de mistérios da história americana.

Na humilde pesquisa que fizemos, a coisa parece iniciar ainda antes mesmo de Cristóvão Colombo ter chegado ao “Eldorado”, e o próprio Colombo é uma figura enigmática, tendo sua identidade até certo ponto incorporado uma aura de transcendência que lembra manipulações engendradas pelo ocultismo. Os próprios espanhóis, tanto antigos quanto modernos, não conseguem chegar a um consenso sobre a identidade e o ente psíquico que foi Colombo, e seus próprios biógrafos nunca fecharam questão sobre a real personalidade do grande navegador. Em certas obras, Colombo equivale a um “Shakespeare dos mares”, e em outras, a um manipulador político das mais altas cortes esotéricas da monarquia hispânica. Enfim, hoje temos canais de documentários que nos informam sobre o misterioso Colombo, e as últimas pesquisas dos historiadores modernos ali mostradas não nos deixam mentir.

Colombo desembarca numa terra de mistérios, sendo ele próprio um mistério!

Além de tudo isso, e a rigor, nenhum pesquisador poderá dizer que os mistérios que Colombo encarnava como uma “antecipação da América futura”, tiveram sua origem EM Colombo… Pelo contrário, toda a atmosfera mística e mistagógica do Reino Unido, cujo sangue corre ainda hoje nas veias do povo ianque, foi teletransportada para a Nova Terra do Ouro, e portanto, se houve alguma participação de Deus na estranha gestação do Reino de Avalon, Deus parece acompanhar muito mais de perto o sofrido parto de seu rebento transoceânico.

Ora; todas essas histórias de vitórias e “privilégios” na New Land, nem chegam a arranhar o inventário mortal de uma espécie de “sinistrose” norte americana, pois nem mesmo Colombo imaginou seu desembarque numa verdadeira “terra dino”, onde a “Mãe Natureza” estivesse tão zangada com seus filhos humanos, aqueles então acusados de hibridação com alienígenas conspiradores, como atestam os descendentes dos índios “Anasazi”.

De fato, a Natureza tem dado provas cabais de que alguma coisa muito estranha foi adicionada à gênese do território norte americano, pois aquela terra é pródiga, tanto nas piores tragédias naturais, quanto nos livramentos e empoderamentos sobrehumanos, e a terra dourada que sofre terremotos e supervulcões também perdura estranhamente protegida de seu final trágico profetizado em todas as outras terras, e em nenhuma dessas eclodem todas as intempéries que ali abundam.

Terremotos violentos, furacões medonhos, vulcões megalomaníacos, nevascas devastadoras, avalanches surreais, quentura e incêndios desestruturantes, mutilação de animais, abdução de cidadãos, quedas de rochas espaciais e outras catástrofes desfilam ali como que possuindo a sanha de uma vingança seletiva, tal como se dissesse que sua amizade com Israel não pode continuar, e se continuar lhe renderá toda sorte de azares, e não é à-toa que a agourenta “Lei de Murphy” nasceu de observações de um engenheiro aeroespacial da USAF, o norte americano Edward A. Murphy.

E por falar em azar, é aqui que a cobra vai fumar. Observem que o próprio manto rochoso onde se assenta o território norte americano é de uma fragilidade assustadora, e aquela região inteira parece uma colcha de retalhos geológica, tendo ao Norte um terrível desnível no peso das correntes fluviais; a Oeste uma fragmentação insustentável na crosta mais densa, com recordes de abalos sísmicos; ao Leste uma descompensação irreversível na barometria sazonal; e ao Sul uma propensão insustentável de vítimas por inundações e tormentas, sejam próximas ou longe da zona costeira.

Com tudo isso, com um território assim tão suscetível de padecimentos por desordem do clima e da geografia combalida, não seria de estranhar que uma guerra ali nunca tivesse ido além de tiroteios de canhões primitivos (isso por ordem de Deus), e não será nada difícil de imaginar que um inimigo daquele povo um dia chegasse a direcionar seu olhar, mesmo “sem querer querendo”, fazendo-o incidir sobre a própria “crosta”, e assim ensejar subir do inferno a fumaça mais letal do enxofre apocalíptico.

Refiro-me então agora a um apocalipse acionado com apenas um tiro! O leitor pode adivinhar ou antecipar isso? Senão vejamos…

Quem são os piores inimigos de Israel? O leitor tem alguma dificuldade de adivinhar isso? Claro que não! Todo mundo sabe que, desde o nascimento de Ismael, o inimigo é o islã, que agora já conta até com um “califado radical”, que tem no assassinato a sangue frio sua principal “qualidade”. E pior: conseguindo angariar, pelos 4 cantos do mundo, ou ao redor de um planeta totalmente midiatizado pelo Comunismo e pelo Globalismo, jovens, adolescentes e até crianças para a batalha mais injusta de todas, a saber, a da eliminação da infância pelo ódio precoce.

Não bastasse tudo isso, essas milícias muçulmanas também fazem parte dos governos de países árabes, e alguns destes são loucos o suficiente para entrar numa corrida armamentista em busca do pai e da mãe de todas as bombas, brindando-a com foguetes cada dia mais avançados, vaticinando um futuro tão obscuro quanto próximo. Muitos cientistas bélicos já apostam na tese de que o Irã e o Paquistão já possuem a bomba atômica em foguetes de médio alcance, e, a julgar pelas explosões de bombas de hidrogênio pela Coreia do Norte, apostam que uma ogiva desses está muito perto de cruzar o Oceano Pacífico!

É aqui que a porca torce o rabo. Como poderia ocorrer um Apocalipse acionado por um único tiro? Que tiro poderia acabar com toda a vida na Terra? Ora. A “Lei da Sincronicidade Geral”, que também se lastra e se alastra na Lei de Murphy, diz que qualquer visão de voo de uma ave teria sido suficiente para Santos Dumont inventar o avião, mas também daria aos irmãos Wright a “Ressonância Morfogenética” que os faria alegar, desde aquela estranha Sincronicidade, terem sido eles os verdadeiros inventores do voar humano! É fácil ver isso? Talvez não.

Mas então vamos lembrar que o atentado às Torres Gêmeas (que muita gente séria já nem crê mais em atentado!) foi estranhamente “profetizado”, tanto no baralho de cartas de um jogo para lá de enigmático (o jogo “Illuminati INWO”), quanto em produções hollywoodeanas, as quais também lhe induziram por meio de filmes “proféticos” impressionantes, onde se o WTC estava literalmente desprotegido em terra, quanto mais não estaria pelo ar, e o uso de helicópteros dava o sinal de por onde o atentado seria praticado (confira alguns AQUI).

Ora… As cartas já estavam em jogo anos antes de o atentado ocorrer! Bem como agora já existem cartas aos montes, algumas até televisadas e filmadas em cores, mostrando aos terroristas do Irã e da Coreia do Norte o que eles podem fazer para “afundar no mar” ou destruir totalmente os EUA, e nem será preciso “entrar em guerra” contra os americanos! Veja um exemplo disso assistindo a ESTE inquietante vídeo!

Porquanto a estranheza desta era de incertezas é tão acintosa que os próprios americanos, mesmo ganhando aqui o status de “meninos dos olhos de Deus”, são os responsáveis por revelar, leviana e irresponsavelmente, o pavio onde a bomba poderá ser acionada, e por isso o Apocalipse de um só tiro está tão perto de nós! Vejam.

Os cientistas malucos a serviços dos iranianos e dos coreanos do Norte estão estudando, dia e noite, as especificidades técnicas de um foguete intercontinental que levará a primeira bomba de hidrogênio para explodir dentro do território dos EUA, e isto é apenas uma parte do estudo diabólico que estão fazendo. A outra parte, a parte que trata da geologia do território Norte Americano, e que foi delegada aos geólogos a serviço dessas ditaduras de Esquerda, está sendo estudada com máxima profundidade – literalmente –, para saber com precisão a potência, o tamanho e o peso da ogiva que será detonada no exato sítio onde a pressão magmática está crescendo (os sismógrafos da Califórnia já atestam que o número de abalos na região está aumentando), bem na parte menos densa da crosta central do supervulcão do Parque Nacional do Yellowstone!

Alguma dúvida? Nem será preciso arrematar e dizer que, se um míssil “artesanal” conseguir atravessar o Pacífico e cair naquele Parque, os EUA terão sido extintos com a mega explosão do supervulcão, e com os Estados Unidos inteiro sofrerá também Israel, ao ver seu principal aliado eliminado da face da Terra! É preciso falar mais? Nem pensar!

Finalmente, alguém poderá perguntar porque o linguajar utilizado aqui foi tão rebuscado e criptológico quanto um “Tratado de Teurgia”(?). Ora, não dá para adivinhar o motivo? Escrever dando a receita de uma arma atômica capaz de antecipar o Apocalipse seria uma culpa pesada demais para um pobre cristão aprendiz de suas inúmeras culpas, e ele certamente não iria querer mais uma culpa na sua próxima confissão, talvez a última, então sussurrada à luz mortiça do Purgatório! Se seu linguajar tiver camuflado a informação de tal modo que apenas os leitores “cristãos qualificados” de CS Lewis e George MacDonald entendam, então seu autor certamente poderia reclinar a cabeça no colo de Maria, no sono tranquilo dos mártires. Ipso facto, quero crer que foi isso mesmo que ocorreu.

 

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Lewis previu a guerra contra os muçulmanos

Com todos os sinais expostos, embora muitos sublinarmente, CS Lewis deixou evidências para que a cristandade se prepare para a última batalha, sem dúvida contra os filhos do Islã…

Em suas extraordinárias “Crônicas de Nárnia”, livros aparentemente escritos para crianças, o escritor irlandês CS Lewis vai caracterizando sutilmente, em todas as suas abordagens acerca dos inimigos de Nárnia, a tipologia ou a linhagem daqueles que se levantariam contra os narnianos, e com isso nos faz lembrar da grande profecia da PERSEGUIÇÃO FINAL AOS CRISTÃOS, que será levada a cabo pelo inimigo maior de Deus, Lúcifer, antiga serpente do Éden. E mais, a perseguição seria executada por um povo específico do diabo, tal como específico é o povo de Deus, os israelitas de carne (no Velho Testamento) e os israelitas do espírito, no Novo Testamento.

Ao longo das narrativas narnianas, Lewis vai soltando indícios para nossa investigação, apontando sinais que nos permitiriam comparar, entre a Terra e Nárnia, qual povo ou raça poderia ser governada por um espírito maligno de profundo ódio aos narnianos, ao ponto de estarem planejando, o tempo todo, a tomada de Cair Paravel e a escravização final dos filhos de Aslam. Os sinais deixados por Lewis estão presentes na maioria das histórias da velha Nárnia e também da nova, e os seus leitores facilmente perceberão as “credenciais” do inimigo numa investigação mais ativa, se os que lerem suas narrativas se derem ao trabalho de colher dados de outras fontes.

Com efeito e a rigor, ninguém poderá considerar a hipótese de Lewis ter escrito suas histórias sem ter feito uma investigação bem acurada sobre OS VERDADEIROS INIMIGOS do povo de Deus, e aqui na Terra os registros históricos não deixam dúvida: desde o início dos tempos, ou mais precisamente, desde o maldito dia em que Abraão recebeu Hagar de sua mulher e com ela teve um filho em particular (Ismael), o planeta Terra e a Humanidade nunca mais tiveram paz, e aquele dia parece ter inaugurado a primeira “elevação” explícita do inferno na superfície da Terra.

Por ser um estudioso criterioso e detalhista, além de um investigador nato de inúmeras ciências, CS Lewis adquiriu conhecimentos profundos de História e Antropologia, e por isso é lógico supor que ele tenha não apenas descoberto a identidade dos inimigos de Deus, mas também os atos de barbárie por eles praticados, com todos os requintes de crueldade vistos hoje nas “operações” do Estado Islâmico, desde os tempos de Abraão até nossos dias (o que nos espanta é justamente perceber que, mesmo após chegarmos ao tecnológico Século XXI, onde toda a “Ciência” nega a existência de qualquer realidade espiritual, as práticas da crueldade e da mentalidade inimiga de Israel se mantêm as mesmas, e com isso Deus nunca deixou escapar de vista que o nosso inimigo é aquele mesmo que a Bíblia descreve, a saber, os principados e potestades das regiões celestes, nos deixando ver que não lutamos contra a carne e o sangue – Efésios 6,12).

A partir dessa ótica tão carinhosamente revelada por Deus aos seus escolhidos, qualquer cristão poderá olhar para o mundo e descobrir QUEM é e ONDE está o seu inimigo, e uma mínima comparação das maldades executadas por demônios com as crueldades praticadas por homens de carne e osso que com ele fizeram acordos e planos, levará precisamente à explicitação da face do inimigo, e por isso os “algozes” que Lewis investigou são os mesmos que vemos hoje em dia crescer e migrar para todos os lugares do mundo. Alguma semelhança já está visível para o leitor?

Pior: talvez por ter escritos seus livros ainda antes de chegar à quarta parte do Século XX, e de não haver em sua época nada como a moderna Informática, a Internet e o desastre da “política do politicamente correto”, Lewis jamais se deu conta de que sua explicitação das características genéticas e étnicas dos inimigos de Nárnia iriam escancarar e identificar, com precisão milimétrica, o caráter sarraceno daqueles que iriam ser os eternos perseguidores dos filhos de Deus. E não deu outra!

A mídia moderna, influenciada pelas correntes pseudo libertárias da propaganda opulenta das grandes indústrias de hoje, acabou por colaborar para desnudar toda a maldade do velho mundo, e assim o homem pós-moderno foi constantemente apresentado às antigas crueldades expostas no Velho Testamento. Com isso, pode-se dizer que Deus nunca deixou de expor à Humanidade às maldades que ela própria inventou no seu ódio fratricida, e por isso o fantasma da escravidão e do apedrejamento nunca sumiram do mundo, e qualquer um de nós poderia, a qualquer momento, cair numa cova de leões – como Davi – ou numa sessão de açoites com látegos cortantes, como o Nazareno.

Ora; nem precisou o Ocidente evoluir e expor toda a sua tecnologia para mudar a cabeça dos nossos inimigos! A maldade deles continuava sendo a escravidão e o espancamento, e eles só olharam para a nossa tecnologia para roubar armas mais letais do ponto de vista coletivo, e por isso estamos diante do terror de que fomos nós mesmos quem armamos os nossos inimigos com o pior da nossa raça, a saber, o poder do genocídio, que suas facas e cimitarras não conseguiam executar. Mas mesmo neste caso ainda não matamos o fantasma, pois ser vítima de uma bomba atômica é ainda melhor do que cair nas mãos de um carrasco persa e ver sua cimitarra subir em direção ao nosso pescoço!

E todos esses fantasmas devem ter aterrorizado o próprio Lewis, mesmo que na época dele ainda não existisse um grupo terrorista como o ISIS, ou uma horripilante travessia do Mediterrâneo por multidões de terroristas disfarçados de imigrantes! E foi justamente isso que levou Lewis a narrar, nas Crônicas de Nárnia, a mesma inimizade islâmica antissemita de sempre nas sagas enfrentadas pelos narnianos, em confronto com homens pardos de rosto carrancudo e obedientes a um tal de “deus Tacha”, habitantes de uma tal Calormânia e por isso chamados calormanos.

Ninguém haverá de ler as Crônicas de Nárnia sem perceber, a queima roupa, que os tais calormanos possuem inúmeras semelhanças – até identidades e intimidades – com os povos árabes, até em sua forma de falar, comer, galopar, navegar, guerrear, cultuar, etc. A indumentária calormana, por mais distraído que seja o leitor, deixa evidente a típica alfaiataria arábica, bem como as suas roupas de guerra, seus chapéus e sapatos, suas armas e escudos, seus tapetes “persas”, suas bebidas egípcias, suas expressões de combate, enfim, tudo, à exceção do definitivo distanciamento mnemônico do Oriente Médio pela longínqua separação existente entre a Tellus e Nárnia, separação esta PROVIDENCIAL para salvar a Terra, evidentemente providenciada pelo próprio Deus dos cristãos, Aslam.

Isto posto, não se pode deixar de perguntar o seguinte: teria Lewis apenas “imaginado” que a eterna inimizade entre árabes e judeus iria ultrapassar as fronteiras multidimensionais existentes entre nosso Universo e o Universo onde Nárnia se encontra? Ou mais ainda, teria Lewis planejado mesmo “profetizar” à cristandade que a última batalha dos cristãos iria de fato ser travada contra o Islã?

Particularmente, sou o tipo de leitor que não atribui qualquer “acaso” ou ‘coincidências’ nas expressões e raciocínios de Lewis, acreditando piamente tratar-se do contrário, ou seja, que Jack quis e premeditou cada expressão que ia divulgar, oferecendo seus livros como uma espécie de “Manual Prático de Guerra” aos cristãos, ou pelo menos aos cristãos que tivessem aquilo que Jesus chamava de “ouvidos de ouvir”.

Logo, o título “Lewis previu a guerra contra os muçulmanos” está perfeitamente fundamentado na lógica mais lewisiana possível, e agora o estudo atual da expansão do islamismo no mundo só vem a corroborar o alerta e a instrução que Jack passou a seus leitores! Com efeito, ao lermos livros como os de Olavo de Carvalho, ao assistirmos alguns noticiários sem a censura esquerdista do Ocidente, e ao assistirmos muitos vídeos na Internet (como os que sugerimos ao final deste artigo), jamais poderemos extrair qualquer dedução que não reforce a ideia de que o grande inimigo de Deus é o Islamismo; que este será usado como braço direito de satanás; e que somente a volta de Jesus aniquilará os eternos algozes de Israel e da Noiva de Cristo!

Finalmente, nem é preciso dizer que a leitura de toda a Bíblia Sagrada, bem como dos livros de CS Lewis (dando prioridade às Crônicas de Nárnia), de livros como os do professor Olavo de Carvalho, e até a leitura do próprio Alcorão (para que cada um de nós veja com seus próprios olhos como o Islamismo foi mesmo engendrado no Inferno), são a melhor arma para enfrentar os terríveis dias que virão, enquanto durar no mundo regimes que apóiam o Islã como idiotas úteis, tais como o Socialismo e o Comunismo. E talvez nem nos reste mais tempo para tanta leitura, pois os muçulmanos já estão invadindo o Brasil. Neste caso, ver pelo menos alguns dos seguintes vídeos poderá ser nossa última chance de conhecer melhor o eterno inimigo do povo de Deus. Que Ele tenha pena de nós.

Vídeos recomendados para instruir os soldados de Cristo:

O Alcorão prega uma religião sanguinária e demoníaca – Ex-Muçulmana diz: O Alcorão me revelou coisas que me deixaram chocada: https://www.youtube.com/watch?v=2LelCJlk9q4

Ex-Muçulmano Mostra ao Presidente Obama o que é o Islã – Brother Rachid: https://www.youtube.com/watch?v=UVSo0bf_gTU

O tamanho do nosso inimigo. O avanço do mal! (Valéria Bernardo): https://www.youtube.com/watch?v=UdbymixDhtY

 

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O Sinal Definitivo do começo do fim

Um “recipiente de guardar corpos” sempre sobraria para contar a história e calar os céticos, pois sua presença maciça não passaria despercebida e nem poderia disfarçar o seu significado!

Muitos poderiam ser os sinais do fim de uma civilização, e sua especificação abrangeria todas as tipologias conhecidas, tais como a depravação galopante, a corrupção pandêmica, o fim da família tradicional, o capitalismo impiedoso (ganhar dinheiro a qualquer custo), o Comunismo camuflado, a expansão do Islamismo, a desconfiança generalizada, a instabilidade catastrófica do clima mundial, a impotência ou omissão dos governos, a propagação da toxicomania e de todos os vícios, a animosidade entre as superpotências bélicas, enfim, tudo o que qualquer um pode ver com os próprios olhos e que assombra o mundo há décadas. Todavia, um único sinal, gritante por lembrar diretamente a morte, específico por atender à mais crua logística da matéria, e contundente por sua aparente insignificância perante os outros sinais, vem agora apontar para os mais recônditos pavores humanos, de modo inexorável e virtualmente insolúvel.

Refiro-me ao aparecimento de caixões para enterrar gente. Um caixão, mesmo seco, é por si só uma baita bofetada no orgulho humano, uma facada na esperança e uma propaganda mórbida, seja com que olhos o vermos. A própria palavra, que deriva de caixa e poderia ter virado “caixona”, traz o pavor de encaixotar gente, prender gente, gente que pode não caber na caixa, e por isso, lembra também gente esquartejada. Enfim, caixão é um horror só, que por mais forte que aparente ser um “machão incorrigível”, ele sempre preferirá não permanecer numa sala escura com um “ataúde”, neste seu outro nome feio que lhe deram os vivos. Ninguém, pois, está 100% em paz ao lado de um caixão (com “honrosas” ou doentias exceções) e muito menos dentro, enquanto a Luz divina não abrir os olhos da alma após o desencarne.

Porém o grande CHOQUE chegou. O choque numérico. Neste exato momento, muito além de contarmos os horrores que um simples caixão provoca em qualquer olhar mais pensativo, a História nos traz o horror dos horrores, a saber: uma avalanche incalculável de caixões de defunto, todos construídos a partir de tecnologia de ponta, incluindo materiais de alta durabilidade, capazes de resistir a pressões externas vigorosas, calor excessivo, inundações e até terremotos, sem falar na sua vedação perfeita e absolutamente impermeável a pandemias e contaminações.

Refiro-me à construção em massa de caixotes perfeitos para acomodar defuntos promovida pelo Governo dos EUA (até onde soubemos foi o Governo dos EUA o responsável pelo menos por iniciar tal empreitada macabra, o que não indica que outros governos já não estejam fazendo) e que foi encomendada numa quantidade tão avassaladora que nem o próprio governo conseguiu escondê-los da população, ou pior, talvez nem tenha se preocupado em fazê-lo, dada a iminência do sinistro para o qual apontam.

Os últimos dados que temos dão conta de que, dos caixões que ficaram à vista da população, foram contados mais ou menos 5 (cinco) milhões de ataúdes sintéticos para 4 (quatro) pessoas cada, o que daria um total de 20 milhões de defuntos, só no território americano e somente dentre os caixões não escondidos do público. Se a hipótese plausível de que a encomenda total tenha sido muito maior, e estaria escondida em subterrâneos secretos já abarrotados, o número final pode alcançar a casa de um bilhão de defuntos, sobretudo se muitos outros países tiverem feito a mesma encomenda. É o horror final!

Saímos na frente pelo pensamento religioso que, desde há milênios, procurou descobrir sinais do fim do mundo e sempre caindo em equívocos medonhos, dentre os quais contam-se casos até de suicídio de seguidores pela obediência a líderes fanáticos e tresloucados. Por causa das profecias bíblicas pacificamente recebidas pelos que creem na Providência divina, os cristãos sempre estiveram diante de sinais do princípio das dores, período que compreenderia todo o tempo decorrido antes do final da era da igreja e do início da era do antiCristo.

Inobstante, nunca houve um tempo antes de 2011 onde os cristãos tivessem nas mãos um sinal tão eloquente do princípio do fim, como é este caso da avalancha de caixões caros e de alta resistência. Com efeito, com tamanha prova de um desastre colossal nas mãos (provavelmente uma mortandade global generalizada), todo o Cristianismo agora pode respirar aliviado em sua busca por sinais, pois nada tem uma mensagem mais forte de genocídio do que a tal avalanche. [Vejam que já existe até canais de vídeo com o nome de “Caixões da FEMA”, e estão a serviço de divulgar as últimas novidades do caos atual, antes da tragédia que encherá de defuntos os tais “ataúdes de luxo”: confira AQUI o link para um Canal que contém a expressão “Caixões da FEMA” em seu próprio nome]. NESTE link há outras explicações boas.

Convidamos o leitor a, antes de continuarmos o comentário, assistir aos três vídeos oficiais da notícia, os quais fornecemos nos seguintes links:

1) O próprio Governo faz um alerta indireto: O Chefão da NASA vem convocar as famílias de funcionários da NASA no sentido de se prepararem para o pior: Veja NESTE link e espante-se.

2) Um jornalista corajoso (Jesse Ventura) põe seu rosto a prêmio e denuncia a avalanche de caixões, o qual foi incluído num vídeo religioso que comenta o fato: Veja NESTE link e pasme.

3) A FEMA continua a alertar a população dos EUA para um desastre iminente! Veja o vídeo mais atual comentado NESTE link, feito em julho de 2015.

De posse desses dados, resta-nos conversar acerca dos significados implícitos e explícitos de tal notícia, e até onde e como eles tocam a nossa vida pessoal de modo direto.

A avalanche de caixões prova que os governos estariam preparados para a catástrofe, embora não para salvar todo mundo, tal como mostrou o filme “2012”. Devido à explosão demográfica e as desgraças que ela traz, os governos sabem que uma grande mortandade provavelmente seria necessária para salvar o planeta (que estaria exaurido em poucas décadas), possibilitando a continuidade da raça humana para o futuro. Neste caso, a salvação das pessoas ficaria restrita àqueles que os governos querem que sobrevivam, tais como suas famílias, seus “correligionários fiéis”, as famílias dos militares envolvidos (das Três Armas), e todo o pessoal necessário para manter a máquina logística da sobrevivência em operação, garantindo os genes capazes de fazer perdurar o ser humano vivo e em condições de recriar tudo.

Se isto tudo parece coisa de nazistas? Parece sim! Só os arianos seriam salvos! Mas Dr. CS Lewis também contou que o último dos antiCristos usará este mesmo argumento – tão cativante para os maus – da limpeza étnica, permitindo sobrevida apenas às almas que tiverem se vendido ao diabo, seja pelo sinal da besta na testa ou pela obediência cega às missões suicidas do Islã! Enfim, era este “o quadro esperável” por quem quer que raciocinasse com Lewis ou com os autores canônicos que inspiraram Lewis. Bingo!

Por último, não há como nomear um evento para indicar qual o tipo de catástrofe está sendo esperada pelos governos, pois muitas delas já despontam no horizonte, como exércitos se aproximando em silêncio (NÃO PERCA um excelente vídeo sobre todas as profecias do fim do mundo, com a voz de Cid Moreira, NESTE link). O resultado prático de cada uma seria a morte de bilhões de pessoas, ou 75% da Humanidade. Senão vejamos:

(1) Uma pandemia global: Esta pode ser natural (se os governos não tiverem como controlar pestes aviárias, vírus mutantes e outras pragas) e pode ser artificial ou proposital, visando diminuir a população do mundo, por efeito de doença incurável e de morte rápida. A desvantagem deste método é necessitar de um antídoto global para conter a infestação, sob pena de extinção de toda a Humanidade. Provavelmente o antídoto já existe e já está em número suficiente. Dizem que os aviões cinzentos que estão pulverizando o globo com “chemtrails” já teriam iniciado a mudança necessária no clima para possibilitar o espalhamento planejado do um super vírus, cumprindo o risco calculado dos “cientistas do caos”.

(2) Uma explosão solar gigantesca em direção à Terra: É importante deixar claro que esta explosão não vai destruir a Terra. Vai apenas impedir o funcionamento de todas as fontes de energia e comunicações, deixando o planeta literalmente às cegas, em estrito e lato senso, provocando a situação descrita por Jesus em João 9,4. Ipso facto, o efeito culminará num caos social incontrolável, já que a falta de energia elétrica impedirá o funcionamento de muitos hospitais, bancos, CPDs e sobretudo polícias, deixando as cidades às escuras e em meio à criminalidade “livre leve e solta”, com saques a supermercados, bancos, residências, etc.. O pandemônio resultará de pacientes hospitalares mortos, assassinatos em massa nas ruas (seja em assaltos ou autodefesas), quedas de aviões, calor intenso sem ar condicionado, frio intenso sem aquecedor, etc..

(3) Se o aquecimento global for acelerado pela explosão solar, o mundo pode mergulhar de vez numa nova era glacial pela explosão dos chamados “Supervulcões”, os quais expelirão lavas e nuvens de fumaça tão finas e densas que ninguém poderá respirar, e que também impedirão a luz solar de chegar à Terra durante meses, levando à queda da temperatura global e frio extremo. Ao mesmo tempo, num outro subproduto do superaquecimento (se ele se direcionar para o efeito contrário), os oceanos podem subir e diminuir a faixa de terra habitável, aumentando o caos urbano e social.

(4) A aproximação de um corpo celeste descomunal às proximidades do Sistema Solar, alterando a órbita da Terra e até precipitando a sua frenagem para uma rotação oposta, podendo modificar a força de sua gravidade com consequências imprevisíveis. Os polos magnéticos seriam alterados e as placas tectônicas entrariam em colapso, gerando muitas dúvidas de que a vida humana resistisse a tamanhas oscilações (para dizer o mínimo).

(5) O mais gigantesco terremoto de toda a História da Terra estaria por vir, e ele pode ser o ponto a partir do qual todos os outros sinais se desencadeariam (ao mesmo tempo em que dá aos governos a esperança de que se restrinja à sua área de destruição – explico a seguir). As falhas de “Saint Andreas e Cascadia” (veja AQUI) apresentam sismos periódicos ao longo do tempo, e seu período é de aproximadamente 250/350 anos. O último abalo se deu entre os anos 1600/1700. Logo, como estamos em 2017, o bicho já estaria “atrasado” em mais ou menos 50 anos, e por isso pode-se afirmar, com 99,9% de certeza, que a terra está muito perto de “balouçar feito louca” por estes dias, fazendo ruir toda a costa oeste americana e produzindo milhões de mortos (sem contar que tal terremoto deverá ser o estopim para a explosão do super vulcão do “Parque Nacional do Yellowstone”, cuja erupção literalmente poderá eliminar toda a raça humana, e não somente os americanos!). Como o Governo dos EUA já tem certeza absoluta desta catástrofe, e talvez acreditando que tal desgraça poderá se restringir apenas ao “Oeste Dourado do Tio Sam”, mandou construir milhões de caixões para guardar toda a “cadaveria” iminente, e reduzir o risco de epidemias, contaminações necropáticas e outros prejuízos ao país.

Enfim, são muitos os eventos esperados pelos governos do mundo pós-moderno, o que vem explicar direitinho o cuidado em preparar as suas próprias famílias, como a dos militares, dos políticos e dos multimilionários, num corolário de situações perfeitamente deduzíveis pelo cidadão comum, independente de ele ter fé ou não. Todavia, a construção em escala industrial de milhões de caixões hiper duráveis para abrigar 4 corpos é um dado novo, bombástico, capaz de unir céticos e crentes na certeza mais medonha de todas: a de que enfim estaremos todos de pés juntos, seja contemplando o céu ou o inferno.

 

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Por que Jesus não perdia chance de apontar para a Grande Tribulação?

Em diversas passagens do Novo Testamento, Jesus mostrou que estava sempre pensando nos dias dolorosos do fim do mundo, fazendo seus ouvintes pasmos com o sofrimento do futuro

Observe Jesus no canto inferior esquerdo: Ele foi e continua sendo o nosso melhor amigo estrategista, e nos antecipa tudo de mal que sucederá antes de seu retorno à Terra.

Para não ficar cansativo fazer um texto muito detalhado, aqui exporemos apenas algumas, talvez 3 ou 4, passagens bíblicas onde Jesus aproveitava, “num de repente”, para fazer seus ouvintes lembrarem que os sofrimentos do fim do mundo iriam ser extremos e indescritíveis, mostrando que Seu Sagrado Coração e Missão se voltavam prioritariamente para as pessoas que estarão vivas naquela época, chamada por isso mesmo de “A Grande Tribulação” (o leitor aqui deve se lembrar que não haverá arrebatamento pré-tribulacional – confira este ponto neste link: https://www.youtube.com/watch?v=yQ3Wjg3ROkU ). Pois bem. Vejamos alguns desses trechos bíblicos onde nosso Mestre não perdia a chance de evocar nossos olhos para o caos do fim dos tempos. São elas:

1.      João 16,1-2: “Tenho-vos dito estas coisas para que não vos escandalizeis. Eles vos expulsarão das sinagogas; mas vem a hora em que todo o que vos matar julgará com isso tributar culto a Deus”.

2.      Mateus 13,36-43: “Então, despedindo as multidões, foi Jesus para casa. E, chegando-se a ele os seus discípulos, disseram: Explica-nos a parábola do joio do campo. E ele respondeu: O que semeia a boa semente é o Filho do Homem; o campo é o mundo; a boa semente são os filhos do reino; o joio são os filhos do maligno; o inimigo que o semeou é o diabo; a ceifa é a consumação do século, e os ceifeiros são os anjos. Pois, assim como o joio é colhido e lançado ao fogo, assim será na consumação do século. Mandará o Filho do Homem os seus anjos, que ajuntarão do seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniquidade e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes. Então, os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos para ouvir ouça”.

3.      João 9,1-4: “É necessário que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar”.

4.      Mateus 24,1-2: “Tendo Jesus saído do templo, ia-se retirando, quando se aproximaram dele os seus discípulos para lhe mostrar as construções do templo. Ele, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada”.

5.      Lucas 23,27-31: “Seguia-o numerosa multidão de povo, e também mulheres que batiam no peito e o lamentavam. Porém Jesus, voltando-se para elas, disse: Filhas de Jerusalém, não choreis por mim; chorai, antes, por vós mesmas e por vossos filhos! Porque dias virão em que se dirá: Bem-aventuradas as estéreis, que não geraram, nem amamentaram. Nesses dias, dirão aos montes: Caí sobre nós! E aos outeiros: Cobri-nos! Porque, se em lenho verde fazem isto, que será no lenho seco?”.

De posse destes impressionantes textos, precisamos agora se dar ao trabalho gratificante de analisar, com atenção, o que estava na cabeça de Jesus para Ele se preocupar tanto em externar o caos do fim do mundo. A primeira coisa a notar é o porquê e/ou o para quê Jesus tinha esta ânsia de expor um sofrimento que viria milhares e milhares de anos após a sua morte, como se algum dos ouvintes da época dEle fosse estar presente na Sua Volta ao mundo, chamada “Parusia” (embora haja quem garanta que sim, com base no trecho Marcos 9,1: “Dizia-lhes ainda: Em verdade vos afirmo que, dos que aqui se encontram, alguns há que, de maneira nenhuma, passarão pela morte até que vejam ter chegado com poder o reino de Deus”). [Jesus também insinuou a mesma coisa com relação à “longevidade” de João Evangelista (João 21,22)].

Ora; o mínimo que podemos inferir de tal atitude de Jesus é que Ele antevia, com exatidão e angústia, o tremendo sofrimento das pessoas na Grande Tribulação, e de como Ele atuaria ali para ajudar na consecução de bons resultados na batalha final. Além disso, como Ele tinha presciência de tudo, Ele também estava querendo deixar, para nós que nascemos hoje (e para os que estiverem vivos na Grande Tribulação), um manual prático de sobrevivência em guerra universal, única ferramenta de auxílio dos últimos crentes deste planeta, sem ferir o Livre-arbítrio de ninguém, nem os “direitos” primitivos do governo de Tellus pelo inimigo de Deus (CS Lewis mostrou que Lúcifer ainda detém este direito – que Deus não revoga por não desrespeitar suas próprias leis – quando escreveu sobre os direitos que a Feiticeira Branca tinha sobre a alma de Edmundo, traidor de Nárnia, e salvo por Aslam).

Isto posto, a melhor e mais precisa hipótese para explicar porque Jesus se devotava tanto a externar sua preocupação com o sofrimento da Grande Tribulação, é a de que a batalha final, que nos envolverá a todos, não será uma coisa fácil de assistir e muito menos de participar, e a terrível guerra só poderá chegar a bom termo com a interferência dos anjos que descerão e ajuntarão, nos 4 cantos do mundo, aqueles que praticam escândalos, conforme explicou São Mateus em Mt 13,41-42. Aqui então está a única exceção na defesa dos escolhidos sobreviventes daquela época, os quais podem extrair do texto a noção de que os anjos de Deus, que estarão em combate contra Lúcifer, virão em nosso auxílio, mas sem evitar nossa dor merecida e construtiva de nosso caráter, conforme ensinou Lewis (Confira AQUI Lewis mostrando como a dor e o sofrimento são didáticos para a salvação de nossas almas).

Como o leitor já sabe, pelo primeiro vídeo acima sugerido, que NÃO HAVERÁ Arrebatamento Pré-Tribulacional, pode-se perguntar o que seria a ajuda dos anjos de Deus na última batalha. É um assunto difícil, pela própria escassez de textos bíblicos sobre o tema, e quase só dispomos de Lewis e uns outros poucos dignos de confiança nesta hora, para chegar somente à dura verdade, sem poupar ninguém e sem exagerar na dose.

Tudo leva a crer que a ajuda dos anjos se dará num mundo às escuras, sem energia elétrica ou qualquer outra, sem comunicação e sem farmácias, sem Bíblia e sem hospitais, e onde os vivos estarão com toda razão a invejar os mortos no Purgatório, onde o sofrimento físico é zero e onde o sofrimento espiritual está lastreado pela fé de que a operação de lavagem operada por Deus é boa e necessária para fazer seu(s) filho(s) pródigo(s) gostar(em) do novo Lar que o Pai lhes preparou (Lewis explicou esta parte da Escatologia cristã em seu livro “Oração, Cartas a Malcolm” (confira neste link: https://www.youtube.com/watch?v=IZi1zNC9keg). Com efeito, na superfície de Tellus a luta será cruel e sangrenta, explosiva e barulhenta, com poucas almas suportando ver ao vivo demônios e monstros de toda espécie, tal como Lewis mostrou nas batalhas travadas em Nárnia contra os exércitos horrendos da Feiticeira.

Com este quadro em mente, e enxergando-o por dentro e por fora, e vendo quantas almas cairão de dor e pavor (este último pondo em risco a própria alma, conforme Hb 2,15), podemos dizer que Jesus mal dormia em seu bendito lar, ao lado de sua mãe santíssima. Talvez acordasse com pesadelos, gritos, queimações e sobressaltos (tudo tornado possível quando assumiu a natureza humana para ser 100% homem) e era muitas vezes consolado por Maria e seu pai José, os quais muitas vezes mal sabiam o que se passava na mente acordada de seu filho – que mal podia contar tudo –, imagine na mente de Jesus enquanto Ele dormia.

Saindo de casa após essas inúmeras noites difíceis, noites traiçoeiras, era igualmente difícil imaginar que Ele andasse entre os que mais amou – os apóstolos – e os mais íntimos, Pedro, João e Maria Madalena, e não se estremecesse por ato reflexo, externando aqui acolá fragmentos de sua santa emoção, aquela angústia “infernal” consolada por seu Pai Paráclito. Olhar seus rostos humildes e perplexos e lembrar das chicotadas em suas próprias costas, comparadas com as chicotadas nas costas dos cristãos habitantes do Século XXI (dentro de si, Ele sem dúvida perguntava muito: “Se fizeram isso em lenho verde, o que não farão ao lenho seco?”), era uma dor lancinante demais para sentir e trancafiar em seu imenso coração, que sentia as dores de irmão, de filho e de pai, tudo ao mesmo tempo, e lembrava com leve fardo o consolo do Espírito que enxugaria as lágrimas de todos após a Ressurreição final (Apoc. 21,4).

Logo, será que se pode perguntar: “haveria na mente do Senhor alguma solução viável para amenizar ou suprimir o terrível período do governo de 7 anos do antiCristo?”… Tendo Ele a única mente perfeita, funcionando a 100% de seu potencial, é possível que Ele soubesse de alguma coisa e a percebia como inviável para um povo já calejado, pecador e desorganizado? Não chegava à sua mente a terrível sentença: “Sai dela povo meu!”, pedindo um arrebatamento aliviador das dolorosas chicotadas, tal como Ele pediu “se possível passa de mim este cálice”? Enfim, se havia algo como uma solução, Ele não a externou. Pelo contrário, chegou mesmo a pedir que nós não chorássemos por Ele, mas por nossos filhos e filhas, pois vinha a hora em que todos diriam, “benditas as mulheres que não tiveram filhos, e as que não amamentaram”. Enfim, Ele era o lenho verde, e sofreu pra burro! Nós somos o lenho seco. O resto é o óbvio…

 

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Por que Jesus haveria de pedir alguma coisa ao Pai?

O insistente registro das ocasiões em que Jesus orava deixa no ar uma mensagem toda especial: Se Ele “era” Deus e sabia de tudo, orar a si mesmo nos pede para ver que o Reino de Deus tem hierarquia e que ela deve ser procurada para atendimento das nossas petições.

Toda a discordância – que já virou discórdia – entre o Protestantismo e o Catolicismo, sem levar em conta a questão do erro de interpretação da “idolatria” católica, reside no fato de que os chamados “crentes” passaram a crer, a partir de Martinho Lutero, na ideia anticatólica de que todas as petições humanas podem e devem ser dirigidas APENAS a Deus, e a mais ninguém. E isto pode, sem dúvida, suscitar a falsa sabedoria de que “se Deus é onipotente, não é necessário pedir a mais ninguém além dEle”; “se Deus tem dois ouvidos, não precisamos de nenhum outro ouvido para suplicar”. É este o ponto onde quedam todos os protestantes, convencidos de estar assumindo uma transcendente racionalidade.

E vamos entrar nela agora… Por que não? Ora; sim e sim: Deus é onipotente… É infinito… É o Todo-poderoso. Isto é dogma irrevogável de toda a Cristandade. É aquele ponto onde ninguém discute. Sim… Mas Ele também é soberano, é imperador, é monarca, é Rei… E reis possuem reinos. Reinos possuem súditos, súditos possuem postos. Postos possuem missões, missões distribuídas pelo Rei! Será que este outro ângulo da questão é difícil de ver? Será que este outro ângulo foi propositalmente negligenciado pelo Protestantismo como forma de denegrir não o “Cristianismo Puro e Simples”, mas o Cristianismo Puro e Complicado da Revelação bíblica? Será que esta forma de denegrir o Catolicismo não foi antes de tudo uma maneira subreptícia de demarcar, politicamente, o lado Conservador e o lado Progressista da Cristandade?

Também pudera! Os pecados íntimos de Lutero o levaram fatalmente, como os nossos pecados também levam inexoravelmente, a ir de encontro à autoridade eclesial (lembre que Deus também é uma autoridade eclesial!) e esta o tolerou e tolerou e tolerou, até que sua tentação superou suas forças e o obrigou a gritar forte, ao ponto de ele afixar 95 teses na frente da igreja, sem mais se importar de estar indo contra a autoridade canônica (única que podia ter a palavra final)! Afinal, é assim que as coisas caminham na escalada de adesão a ideias vindas do inferno – porquanto o inferno antevia e sonhava com o dia em que haveria dois, três, quatro ou mil “cristianismos” sobre a Terra, e assim o futuro lhe daria a arma decisiva da confusão, da pluralidade e da relatividade da religião trazida por Cristo. Com mil cristianismos, ele estava com a faca e o queijo na mão para sussurrar nos ouvidos perdidos: “por que você vai aderir a esta denominação, quando há esta outra e esta outra e esta outra?”. Logo, desobedecer à autoridade – a todas as autoridades, segundo Paulo (Romanos 13,1-2) – era e é sempre a proposta final de satanás, e os nossos pecados é que nos fazem ficar surdos à voz de Deus oculta na autoridade humana, sobretudo quando ela é sacerdotal ou canônica.

Assim Martinho Lutero foi empurrado por algum pecado íntimo – para pensar só em um – que estava sendo obstaculizado pela repressão e repreensão da Lei, presente nos olhos da autoridade eclesial, e por causa dele acabou caindo como caem todos os pecadores: se rebelam e depois se separam! Pior: a desobediência brotada a partir do plantio da malícia interior traria também a cegueira óbvia, que o fez não ouvir sua própria lógica: “Se eu sou um servo de Deus, um servo ordenado e sacramentado, Deus certamente me ouvirá, se eu de fato tiver razão; assim sendo, e como a Escritura que julgo obedecer me diz que eu devo pedir tudo em oração – e crendo receberei – e que devo ser PACIENTE em esperar no Senhor, e vendo que o prejuízo de dividir o Corpo de Cristo será muito pior para o próprio Deus, então devo calar-me a aguardar pacientemente, pois se eu estiver certo nos pecados que aponto na Igreja, o próprio Deus a corrigirá, seja por bem ou por mal”.

Isto tudo prova que Lutero foi impaciente e NÃO CONFIOU na resposta de Deus (nem no tempo de Deus) e por isso agiu por impulso de pecado, provocando o maior de todos os prejuízos ao Evangelho de que se tem notícia desde o nascimento do Cristianismo! – Pior, o próprio Jesus a quem ele acreditava seguir, demonstrou concordar plenamente com TODAS as hierarquias, as quais vão desde a hierarquia no lar (ali o homem é o cabeça e a mulher o obedece – I Pedro 3,1-6) até a hierarquia militar das Forças Armadas, que muitos consideram “assassina”, e à qual Jesus jamais se opôs, pelo contrário, elogiou a quem a obedecia até mais que os filhos de Israel! (Mateus 8,5-13).

Com isso vemos aí em desfile pelo menos três pecados em Lutero, e foi assim que o Protestantismo nasceu, e com ele os seus filhos doentes e degenerados, chamados Testemunhas de Jeová, Mórmons, Adventistas, Presbiterianos, Neopentecostais, etc. Nem é preciso rebuscar mais na memória para concluir que, de uma religião que nasceu de uma desobediência, só poderia advir uma corrente desobediente, e com ela a relativização de todas as hierarquias, sobretudo as hierarquias DO REINO DE DEUS, soterradas ou embaçadas no erro teológico da criação de um Reino sem hierarquia!

Porém tal não há. A ordem está presente em tudo no coração de Deus, e também em tudo o que Ele cria. A rigor, Ele nunca deixou de lado a hierarquia, até porque ela é, ao final, a única garantia de que qualquer coisa funcionará a contento, e também a garantia de detectar aonde e como o mal pode penetrar, já que qualquer desobediência a Deus resulta em prática da maldade.

Mas Deus queria a obediência levada às últimas consequências! Queria que seus filhos diletos demonstrassem o seu amor a partir da obediência do primeiro mandamento, e Ele mesmo adicionou à ideia original à condição dela decorrente: “amar ao próximo como a mim mesmo”. Não era apenas amar ao próximo como a ti mesmo! Era amar ao próximo como a mim mesmo, sendo o “mim” o próprio Deus! Ali estava a espinha dorsal do Reino de Deus, pois ninguém poderia amar sem obedecer e nenhuma obediência seria sinal de amor, se obedecesse somente a Deus e não ao próximo instituído por Deus como autoridade! Aqui a visão do Reino fica mais clara.

O Reino celestial está cheio de santos e santas, todos entronizados por Deus em condições e missões especiais, pelo menos enquanto durar a vida de pecado na Terra. E na Terra, Deus está vendo quem ama ao próximo e quem não ama. Ou seja: quem obedece e quem vive em rebeldia. Mas quando uma pessoa viva ama o próximo (ao ponto de obedecê-lo) e obedece às autoridades instituídas sobre a face da Terra, está, no fundo, obedecendo a pessoas que ainda possuem pecados, e por isso as obedece porque mesmo assim Deus lhe pediu sua obediência (Romanos 13,1-2)!

Como então este sistema da Terra não iria vigorar na pátria celestial? Se na Terra obedecemos a pecadores, como não obedecer aos santos do Céu? E se na Terra, precisamos das autoridades “defeituosas” para conseguir resolver nossos problemas, por que não iríamos precisar das autoridades santas que visitam todo dia a face do Senhor? Eis porque orar aos santos é uma instituição divina, e também eis porque os santos podem atender nossos pedidos de interseção, pois ao visitarem a face de Deus diuturnamente, também levam a Ele as nossas orações e as nossas súplicas por ajuda, e o coração de Deus é MOLE e GRANDE DEMAIS para não dar ouvidos aos santos que já subiram aos céus!

O coração de Deus é mole como um gigante feito de chocolate sob a luz do meio dia.

Mesmo vendo que talvez nem era preciso pedir a ninguém (o mero sentir necessidade já pode ser atendido – Mateus 6,8 –, segundo Jesus) e nem a santo algum ao lado dEle, Ele ouve tais pedidos com uma alegria infinda por ver que o pedinte está RESPEITANDO a Autoridade da Hierarquia, ou seja, que já assumiu o “espírito de obediência” da alma mais amada por Ele, pois só aquela 100% obediente pode ser 100% humilde e livre de presunção! Eis a pedra de toque.

Enfim, por que o próprio Jesus pedia alguma coisa ao Pai, quando Ele já sabia de tudo e já sabia que era atendido total e peremptoriamente? Por que revelar aos discípulos (e ao público em geral – João 11,42) que o próprio Deus-filho orava a Deus-pai? Ora, porque todo pai é autoridade para o filho, e todo bom filho obedece ao pai! Logo, na relação de 3 pessoas da Trindade, mesmo não sendo necessária, a Hierarquia subsiste, e até ali a obediência é a Regra e a Lei.

Num Reino onde há um pai, um filho e uma terceira pessoa na Trindade, o pai continuará sendo a Autoridade máxima, e seu filho O honrará com sua obediência eterna. E esta obediência foi chamada pela Escritura de “advocacia” de Cristo (I João 2,1) e Ele mesmo foi entronizado como o nosso “Intercessor”! Intercessor é a pessoa que intercede a favor de outrem, e por isso nossas orações são endereçadas ao Filho, embora possam ser endereçadas ao Pai. Porém um pedido ao Filho demonstra uma dupla obediência: à Autoridade de Deus e à autoridade da hierarquia, que deve ser respeitada em todas as instâncias!

Então Jesus Cristo deixou-nos um exemplo vivo de como devemos orar, respeitando a Deus e à hierarquia que Ele instituiu no seu Reino! E lá no seu Reino há tronos, principados e poderes, cargos e funções. Assim como numa empresa você pode procurar falar com o Presidente, marcando hora com sua secretária, ele ficará muito honrado por saber que você já procurou outras instâncias e não foi atendido, e por isso teve que ir à presença dele e tomar-lhe tempo.

Está delineado todo o quadro devocional e orante da “economia da salvação”:

(1º) Nós a rigor nem precisávamos orar, porque Deus já conhece nossas necessidades e sabe o que será melhor para nós, antes mesmo de lhe pedirmos algo;

(2º) Nós podemos orar diretamente a Deus, porque Ele ouve tudo e será, ao final, o principal responsável pela decisão final de nos ajudar;

(3º) Nós podemos orar diretamente a Jesus, porque Ele mesmo se colocou como nosso advogado e intercessor; então Ele mesmo convencerá o seu Pai de que merecemos (ou não) ser atendidos; Isso também O agradará pelo respeito que demonstramos pela hierarquia do Céu, na qual Ele foi instituído como nosso Advogado;

(4º) Nós também podemos orar à Mãe de Jesus, a principal santidade humana do Céu, pois ela própria intercedeu junto ao seu Filho nas Bodas de Caná, orientando-O a dar início à sua missão de salvador da Humanidade (Jesus afinal, como filho amado e amantíssimo de sua Mãe, jamais a entristeceria negando-lhe atender um favor em favor de um outro filho seu, perdido em meio a um planeta perigoso e cheio de armadilhas, inclusive hermenêuticas!); Jesus também ficaria feliz por ver, no pedido à sua mãe, o extremo respeito do pecador à hierarquia de seu Reino (Daniel 4,17);

(5º) Finalmente, nós podemos orar a outro santo, na confiança de Jesus ou de Maria, pois aquele a quem Jesus confiar merece toda a nossa confiança. Afinal, no Céu só habitam santos 100% santos, e estas criaturas são, a partir da salvação em Cristo, as maiores alegrias que seu Pai tem no seu Reino, pois quanto mais pecador tiver sido outrora um daqueles santos, mais alegria deu e continua dando no meio do Paraíso dos salvos! (Lucas 15,7 e 22-32).

Eis aí expostas todas as cartas deste baralho divino que Lutero não soube respeitar. Eis aí a luz deste inefável encontro da necessidade com a Autoridade, da verdade com a bondade, que encontraremos no Paraíso escatológico de Jesus. E o que esperamos encontrar ali quando enfim botarmos nossos pés outrora trêmulos? Bem. O que você espera encontrar lá eu não sei. Mas o que eu esperarei sentado confortavelmente numa poltrona de uma secretaria toda atapetada em ouro e cristal, é ouvir o tilintar do sino de chamar justos, aqueles que confiaram tanto na organização celestial que ganharam humildade “conversando” com os humildes glorificados, porque descobriram que o Senhor adora atender a essa gente que no mundo não tinha voz nem vez (Tiago 4,3-6 e 5,16).

 

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