Farsa do 11 de setembro prova que o mundo inteiro jaz no maligno

Ocorrida no coração do mais frequente país falseador da realidade, o chamado “atentado ao WTC” mantém-se de pé e imponente como um verdadeiro “monumento à Conspiração”, cumprimentando quem crê em conspirações e deixando em pânico quem descobre a verdade ali escondida.

aviao-cinzento-no-wtc-1Neste dia 11 de setembro de 2016, quando o mundo lembra com pesar ou horror aquele fatídico dia, esta Escola volta a este tema (veja AQUI) com uma pulga ainda maior atrás da orelha, e por isso não pode deixar de dar razão a pesquisadores como Ernesto Bono, Daniel Giese, Salvador Freixedo e outros “heróis da coragem de falar”, que jamais se deixaram iludir pelas falácias da trama, ou, pelo contrário, já tinham por certo que uma coisa assim tinha tudo para acontecer, conquanto pudesse mandar milhares de corpos mais cedo para o túmulo ou restos minúsculos de corpos, alguns de almas realmente inocentes e dignas de um melhor destino.

O fato era, até certo ponto, previsível e iminente, já que o terrorismo estava querendo mostrar a sua mais nova face, a saber, a da mortandade generalizada e inesperada sem qualquer reivindicação, a não ser a de uma suposta ira contra os inimigos de Alá, que agora mostrava possuir seguidores tão impiedosos que não poupariam nem mesmo as crianças, inclusive as de sangue muçulmano. E então uma figura como a de Osama Bin Laden veio bem a calhar ou caiu como uma luva nos planos macabros dos agentes das trevas, pois estes poderiam usar mais um excelente bode expiatório para uma nova desgraça, tal como usaram Lee Harvey Oswald como único assassino de John Kennedy, e assim enganar uma nação inteira até hoje.

2-lee-oswalds-e-2-osamasInobstante e contudo, o Caso das Torres Gêmeas possuía elementos muito maiores e mais bombásticos do que o assassinato de um presidente em plena luz do dia, e os seus engendradores então devem ter trabalhado horas e horas, ou melhor, anos e anos, no planejamento e orquestração de todas as hipóteses e vertentes de tal crime, a começar do fato de que matar milhares de bons trabalhadores do próprio país (aparentemente “a troco de nada”) comportaria um “custo” em baixas dificilmente recompensável para a máquina do Governo, e por isso nem mesmo o edifício-cofre do Tio Patinhas (“orçado em 10 octilhões”, segundo o Pato Donald) seria suficiente para pagar as perdas humanas de cada uma das empresas prejudicadas pela tragédia.

Assim sendo, e se todo dinheiro do mundo não pagaria o sumiço daqueles profissionais e cidadãos pagadores de impostos, QUEM teria premeditado um crime de tal monta e com que intenção, muito além de planos políticos para tomar petróleo árabe ou passar à História como o presidente-herói que salvou a nação do novo terrorismo? Quem sugeriria a quem falsear a realidade para encobrir o assassinato puro e simples de milhares de civis inocentes?

Não há como responder a estas perguntas sem recorrer à Teoria da Conspiração, ou no mínimo à Teologia cristã. E quando esta última entra em cena, é puramente óbvio deduzir que a primeira está previamente autorizada a entrar no argumento, já que a Bíblia sustenta e emoldura, com barras de ouro, a noção inevitável de que o mundo inteiro jaz no maligno. Portanto, o que a Humanidade (não ela, mas os céticos e os criadores de céticos) chama de “Teoria da Conspiração”, nada mais é que a conspiração na prática, ocorrendo num planeta onde o príncipe deste mundo é o pai da mentira!

Com efeito, crer na Grande Conspiração Terrestre não é o absurdo que querem nos fazer crer os zombadores da fé cristã, e pelo contrário, é exatamente aquilo que uma mente sadia deveria crer, se também teve saúde mental para crer no Evangelho de Jesus Cristo. Pode-se dizer que as duas coisas são exatamente as mesmas, a saber, a Grande Conspiração e a Revelação do Senhor.

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O avião que atingiu a segunda Torre era por demais estranho. Parecia todo cinzento e armado com míssil de bojo.

Neste sentido, então, as coisas começam a fazer sentido. Um mundo que jaz inteiro no maligno, e cujo (des)governo está nas mãos do pai da mentira, seria exatamente o mundo em que tais “atentados” ocorreriam, e a queda das torres gêmeas não passariam de meros pingos coloridos de cenas que o mundo deveria receber em preto e branco. Mais ou menos assim: carnificinas e genocídios seriam o filé mignon das estratégias do inimigo, e eles estariam ocorrendo todo tempo às escondidas, sejam com torturas ou anestésicos modernos. Quando uma sociedade viesse a saber de tais crimes, só teria a informação de muitas mortes, geralmente associadas a catástrofes humanas ou naturais, e ocorridas lá longe, sem que o banho de sangue ficasse explícito aos olhos de quem teria lucidez para imaginar algo além da mera tragédia. Estas seriam, assim, as cenas em preto e branco, tão comuns quanto cenas de sexo nas novelas da Globo.

As cenas coloridas, ou aquelas que mostrassem o banho de sangue, ficariam sempre e somente a cargo de almas também lúcidas, mas que fossem inquietas o suficiente para conseguir DEDUZIR, das entrelinhas do ocorrido, a manipulação de elementos espirituais da maldade, ou coisas que os céticos interpretassem como fanatismo ou loucura de catastrofistas. Porquanto uma maldade que extrapolasse a mera crueldade humana, a crueldade bisonha da vingança ou a malícia aprazível da alteridade da dor, ficaria literalmente imperceptível aos cérebros de carne, porque jamais alcançariam uma maldade que sentisse prazer orgástico com a mera visão do sofrimento sem socorro.

As rãs não foram deixadas mortas, como aqui na Terra, mas vivas e agonizantes…

Neste sentido, nem mesmo os seres de carne e osso que acataram a sugestão de jogar aviões nas Torres Gêmeas chegaram a alcançar a visão da profundidade do Mal, tal como um certo personagem de CS Lewis não pôde entender o prazer que o diabo sentiu ao furar as costas de rãs e deixá-las à míngua, sem dar a elas o alívio da morte.

Assim sendo, a profundidade do Mal subjacente ao 11 de Setembro talvez jamais seja de todo entendida, nem mesmo por nós que trabalhamos, 24 horas por dia, a pensar nas possibilidades de tramas sem fim nas ideias urdidas no inferno. Certamente o 11 de Setembro será uma daquelas datas que só a Eternidade iluminará com a Verdade, quando o próprio Deus revelar que a morte de 3.000 pessoas foi um preço até “pequeno” para aplacar a fome de sangue do inimigo, cuja influência conseguiu levar um presidente americano a matar milhares de irmãos patrícios, em nome de uma guerra sem vencedores humanos.

Phillip Marshall e filhos

Os que leram até aqui nem precisam esperar para ver. Uma rápida pesquisa no Google ou no Youtube (com um título mais ou menos assim: “A farsa do Atentado às Torres Gêmeas”) irá precipitá-lo no abismo sinistro do genocídio sem razão, e logo terá que responder a perguntas como: “Por que nenhum governante americano foi preso por aquele crime? Por que Phillip Marshall foi “suicidado”? Por que Larry Silverstein, o dono do World Trade Center, ficou multibilionário após o 11/09? Por que agentes do MOSSAD (serviço secreto israelense) foram capturados no 11/09 carregando explosivos? Por que restos de explosivos altamente tecnológicos foram encontrados entre os escombros das duas torres? Enfim, são essas coisas que dão razão para os teóricos da conspiração alimentarem suas pulgas atrás das orelhas, e tolos são os que não alimentam pulgas.

Saber que todos os idealizadores do Atentado estão vivos, felizes e gozando a vida adoidado (certamente até mandando no país), talvez até escravizando consciências com ideologias guindadas do inferno, é uma bofetada por demais dolorosa para um rosto cristão merecer! Saber que este mundo está atolado na mais abjeta maldade e contando com o apoio de humanos vendidos ao inimigo, é a pior dor de quem tem fome e sede de Justiça, ou de quem vive a longa dor de esperar a Justiça que só verá após a morte. Enfim, a América que lembrava e cantava seu tão alegre setembro, agora sabe que canta um tão triste e olvidável setembro, até que o Senhor da Glória ressurja e enxugue as lágrimas da América na eterna pátria dos justos.

 

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Está explicado o mistério da densa espessura das nuvens de Vênus

Finalmente a Humanidade pode saber por que Vênus foi coberta de uma densa camada de nuvens (o chamado ‘Albedo’) e porque o Governo Mundial teima em esconder a verdade sobre a Estrela D’Alva.

Vênus e o estranhíssimo AlbedoPlutão está longe demais para causar espanto, sem falar a facilidade de produzir pareidolias e outras ilusões de ótica, para gerar preocupação na NASA e outras agências. Netuno idem, além de ser rápido demais e possuir um outro tipo de nuvens densas, mas que não esconderam os traços ferrosos e venenosos de sua superfície. Urano está, além de muito longe, prosaicamente descartado no quesito grandes mistérios orbitais, pois o estudo de sua superfície ainda pode ser considerado “normal”, e apenas a ignorância comum da astronomia pode suscitar maior interesse naquele gigante exterior.

Porém Saturno não. Saturno é um poço de mistérios sem fim, os quais vão desde a sua absurda velocidade de rotação, até as dezenas de luas aparentemente visitadas por estranhas luzes, que aparecem tanto no meio dos anéis quanto na superfície literalmente oculta de qualquer observação ótica. Saturno, que CS Lewis chamou de “Lurga”, é de fato um oceano de mistérios sem fim, mas está muito longe de nós para merecer um comentário mais comprometedor, até porque segundo Lewis é um mundo de anjos e seres etéreos.

Júpiter é também um rei de enigmas, não apenas por sua imensa atmosfera gasosa, mas por suas incomparáveis luas, tempestades, explosões gigantescas em seu interior, ciclones e outras intempéries fenomenais, que também mereceriam um comentário, se ele fosse menor, mais lento, mais rochoso e mais próximo da Terra, bem como mais livre do bombardeio dos asteroides que orbitam entre ele e Marte.

Cidade Marciana-02Marte é o grande xodó da astronomia moderna e pós-moderna, não apenas por supostamente garantir para os terráqueos o único lugar para uma fuga da Terra, quanto por incendiar a imaginação de toda a Humanidade, sobretudo após as constantes descobertas em sua superfície, as quais vão desde “monumentos artificiais” (aparentes cidades), até sinais de vida animal e vegetal sem sombra de dúvida. Além de tudo isso, Marte é um “livro aberto”, ou seja, expõe sua superfície a nu desde as primeiras observações humanas, e aparentemente só poderia guardar mistérios em seu subsolo, se é que a NASA/ESA e as demais agências espaciais têm contado a verdade quando divulgam suas descobertas.

Mercúrio está muito mais perto de nós, mas, por estar tão perto do sol, nem sequer despertou maiores interesses investigativos, exceto a partir da sonda Mariner 10. Mesmo assim, como que para desafiar nossa razão cética, o Mercúrio revelado pela última sonda que lá chegou (Messenger) é de cair o queixo, pois apresentou uma superfície aparentemente mais fria e mais rochosa que a de Vênus, como se alguns fenômenos meteorológicos “riscassem” aquele mundo para demarcar as áreas futuramente ‘habitáveis’ para uma futura civilização de povos nativos.

[Os demais planetas, TODOS os planetas existentes para além de nosso Sistema Solar, estão distantes demais de nós para precisarem de “albedos de proteção” de suas superfícies, e por isso nossas desconfianças ganham força para indagar sobre Vênus. Senão vejamos]…

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Não tiro a razão da Ciência

A verificação comprovada da fragilidade da vida humana num universo perigoso e imprevisível, as coincidências absurdas para o surgimento da vida e um verdadeiro “milagre” para mantê-la, fornecem todas as justificativas lógicas para o Ateísmo oficial…

Coyne ilustra a CiênciaQuem quer que tenha gosto e tempo para assistir documentários ou filmes dos livros nos quais se baseiam, deverá um dia já ter visto alguma coisa com o tema replicadíssimo da Astronomia cética, ou da Ciência dita Oficial, para quem o universo não passa de um vazio imenso e caótico onde a vida só ocorreu – por mera coincidência – num planetóide azul, situado num gueto de galáxia em rota de colisão com outra! E mais, terá visto também que todo o quadro encontrado na varredura do cosmos reflete justamente isso, ou seja, um imenso absurdo sem sentido, traduzido pelas expressões de Carl Sagan quando disse que “nós humanos nada mais somos que o universo pensando sobre si mesmo”. Enfim, este artigo tentará ver as coisas como a Ciência vê, dando a ela a parcela de razão que a moderna Cosmologia tem lhe dado, e como se o Cristianismo não tivesse deixado toda a Lógica a favor de uma inteligência criadora por trás do aparentemente infinito vazio.

Tal quadro absurdo comporta, no mínimo, uma saída inteligentíssima (permitida sabe-se lá por quem – falando aqui como se crer em Deus fosse outro absurdo), que dá aos agentes do Mal todas as chances de ocultar as suas ações malignas, o que quase nos obriga a encarar Deus como sendo ele mesmo um promotor da maldade, já que permite o mal rolar solto e não mostra “sua cara” para gerar esperança de salvação. Noutras palavras, “se Deus existisse”, por que permitiria que os agentes das trevas agissem sem deixar rastros – exibindo a mentira do espaço vazio – e Ele ainda ficasse tanto tempo assistindo a maldade ganhar corpo (literalmente, com o nascimento do próximo antiCristo) na Terra? Isto é: Por que Deus não permite que PROVAS CONCRETAS da vida extraterrestre vazem para a Ciência e esta reconheça que somente um Deus poderia ter criado tantos planetas habitáveis, ao invés de manter-se em oculto à espera de nossa fé, que “ouve” os cientistas e enxerga o vazio?

Zecharia Sitchin1Enfim, nosso Planeta tem sempre este cheiro de injustiça no ar, e ela não poupa a ninguém com mais de 7 anos de idade, embora hoje em dia até as criancinhas estão sendo levadas ao ceticismo e a rir de papai Noel!… A injustiça é também óbvia: se Deus existe, e se a visão de sua Face iria ajudar algumas almas trêmulas a crer (como ajudou a São Tomé), por que só Tomé teve aquela bênção inefável de comprovação da concretude de Deus? Teria Jesus desobedecido o plano de seu Pai de ficar em oculto, ou estará Deus-pai “errando” por desobedecer a Jesus que lhe pede transparência e teofania? (Poder-se-ia pensar num “conflito de deuses”? Estariam certos os gregos e suas teodiceias? Estaria certo Zecharia Sitchin?): Pois bem: aqui estão perguntas que não querem calar, e nós temos o dever de cumprir toda a Justiça, como disse Jesus.

Com efeito, o leitor cristão deve estar percebendo que, para chegar a PENSAR do jeito que pensa um maldito cético, este articulista teria que falar como um descrente irônico, e tratar Deus como se o Senhor fosse um chantagista e a Trindade um panteão grego, com inúmeros deuses, e a tratar tudo com achismo e sem qualquer bom senso! Porém aqui fica a dica antecipada e meu pedido de compreensão, até porque vou precisar desta para chegar a bom termo nesta loucura!

Porquanto é loucura braba tudo isso, mesmo a mais rápida e mais insignificante tentativa de entender o Universo inteiro como mera obra do acaso infinito, aquele que – em tese esquizofrênica – teria gestado uma série incontável de coincidências e nenhuma delas “estranhar” a outra, como se a matemática da Terra, que prova a raridade – quase um “milagre” – de uma sequência numérica complexa se repetir ad eternum em qualquer espaço-tempo, não funcionasse fora de nossa atmosfera e ali, no espaço profundo, fosse normal e comum alguém ganhar na loteria todas as vezes que joga, ou até que se ganhasse na loteria mesmo sem jogar!

Olavo de Carvalho - CAPAPorque é isto o que se requer da mente humana, da lógica mais perfeita, supor que depois de bilhões de anos de caos e destruição, sem qualquer comando inteligente, o universo prosseguisse sua sina de riscos ininterruptos e desconstruções trágicas e depois disso tudo produzisse a vida, e esta, uma vez nascida, seguisse outra série infinita de coincidências até gestar a inteligência humana! Puxa! É imaginação demais este exercício de fé! Estava certo o Olavo de Carvalho quando nos ensinou que é preferível crer nas aparentemente infantis histórias bíblicas do que no que dizem os cientistas, pois eles arranjam muito mais coisas e coisas muito mais difíceis de acontecer para depois exigir de nós a crença de um universo sem Deus! (Confira AQUI).

Inobstante, este comentário visa mostrar A RAZÃO da Ciência, e esta só pode ser erigida aqui se o leitor conseguir verificar que, a partir de um “acobertamento proposital” de Deus (o chamado “Silêncio de Deus”) que não permite nenhuma prova concreta de sua existência, os cientistas ficariam obviamente tateando no escuro, já que é impossível encontrar quem não quer ser encontrado! Assim sendo, receber todo dia informação da NASA e outras agências de pesquisa do espaço sideral a dizer que nenhum sinal de vida extraterrestre chegou às antenas da radioastronomia, não pode ser nada que espante o crente inteligente, e muito menos o desanime, pois o próprio Deus estaria por trás do Cover-up, e perfeitamente justificado pela justiça de uma salvação pela fé, cuja lógica exige confiança cega para ser válida!

E os exemplos de eventos neste mister são inúmeros, a começar do fato de que “a mera equação astronômica que obriga a aceitar a existência humana como dependente exclusiva da estreita faixa biológica da órbita terrestre, exige a crença de que não haja vida em nenhum outro lugar do Universo, e que nossa vida apenas subsiste enquanto dura esta aparentemente longa faixa de tempo entre o nascimento e a morte do Sol”. Ou seja: já que Deus não se mostra a ninguém e nem os alienígenas se dão a conhecer, fica 100% lógico acreditar que somente a Terra tem vida em todo o Universo, e que esta vida também é insignificante em termos astronômicos, pois o tempo inteiro de sua permanência neste Planeta não passa de alguns segundos na História do tempo cósmico.

Com este dado arrasador, pode-se ver claramente que ao final de toda a existência do universo, a Lógica vai dizer que o universo nunca teve vida, a não ser um mero sopro dela num planetinha azul, pendurado no galho podre de uma poeirinha chamada Via Láctea, a qual durou menos de um segundo e por isso sua fugaz passagem nem pôde ser registrada, dada a instantaneidade de sua incidência! Enfim, são esses os dados que devem permitir a um crente dar razão à Ciência, já que ela, como toda a Humanidade em si, foi abandonada à própria sorte, e jamais poderia produzir frutos diferentes desta insípida e frustrante dedução, permitida – e certamente desejada – pelo próprio Criador.

Vazio Cemitério na Escócia

(*) O simbolismo do “Jardim Vazio” é um falso trunfo para os ateus, tal como um cemitério é falsamente um “jardim dos mortos”.

Nem se dará o caso de serem levantados questionamentos inquisitórios no dia do Grande Juízo, pois ali estaremos diante de nosso Advogado (I João 2,1-2) e Ele próprio deverá olhar para Iaveh e repetir a velha frase aparentemente injusta dita na cruz, aquela que pedia a seu Pai que perdoasse a todos porque eles não sabiam o que estavam fazendo (Lucas 23,34)! Porém Jesus sabe – e seu Pai também – que se Deus tivesse mostrado a sua terrível face – como a chamou Lewis – aos seus algozes, ou se agora no Século XXI o Senhor permitisse que a Ciência encontrasse os marcianos e os venusianos, talvez todo o povo acreditasse em Jesus com o apoio da Ciência, pois no fundo toda a Humanidade tem espírito de São Tomé, mas estranhamente não merece a exceção consentida ao apóstolo cético, precursor de todo o ceticismo moderno! Enfim e a rigor, não há nada que justifique o “silêncio cósmico” e a aparente ‘ausência’ de Deus, exceto aquilo que explicamos no nosso último post, intitulado A proteção psíquica explica o universo ‘vazio’, cujo título responde tudo (mas o leitor deve ler aquele artigo ANTES deste, se já não o tiver feito – leia AQUI).

Porquanto somente pensando desta forma, com esta clareza imparcial e isenta de paixões pró-religião e pró-ciência, um cristão poderia ter uma visão mais precisa da atual conjuntura terrestre, e ela sempre o obrigará a voltar os olhos para a Revelação Bíblica, pois ali está a única fonte que explica não apenas o estado atual de cegueira da Ciência, mas também COMO as coisas chegaram a ficar como estão hoje. E o que a Revelação diz é a verdade mais “reprisada” por esta Escola, a saber: que a rebeldia do Homem à vontade de Deus, manifestada já na alvorada do primeiro casal de macacos falantes (Adão e Eva), foi a responsável pela brutal Queda da Humanidade, e com esta veio a perda decisiva de todos os poderes anteriores a ela, incluindo a visão e a comunicação sobrenatural, pela qual o universo inteiro se comunica e troca visitações entre seus habitantes, que jamais precisaram crer para ver, pois podem VER TUDO sem o véu da fé!

Eis aí a conclusão deste arrazoado até certo ponto irreverente, intitulado “não tiro a razão da Ciência”, urdido como uma forma de “imitar os ateus” e de responder àquilo que a Humanidade sempre se pergunta (‘Deus existe?’), ou nem mais se pergunta pelo desânimo do “Jardim Vazio”(*)! E obviamente não há solução alguma aqui que venha a alterar as coisas… pois se o próprio Deus estabeleceu a fé cega** como única fórmula de se ‘visualizar’ o Além, deve ter sido muito caro para Ele deixar a raça humana a mercê da aparente fragilidade da crença; ou então que a recompensa de tal sistema certamente valeria tudo para Ele, ou valia a pena arriscar para garantir o fim por Ele planejado. Assim o plano de Deus deve ter sido este: “é melhor deixar que as ovelhas cheguem todas cegas ao meu aprisco, do que deixá-las com bons olhos e vê-las desviarem-se para o Abismo”.

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(**) – Falo “fé cega” aqui como outra forma de ‘agradar’ aos ateus, mas Deus sabe o quanto não creio nisso, quando tive toda a minha fé criada e consolidada por mestres como CS Lewis – autor de “Milagres” – e John Stott, autor da lógica irrefutável do livro “Crer é também pensar”. Meus leitores crentes e fãs de Lewis jamais confundirão meus alhos com meus bugalhos.

 

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A proteção psíquica explica o universo “vazio”

A Providência divina foi que estabeleceu o silêncio e o aparente vazio do cosmos como resultado de garantir ao ser humano a proteção de sua alma, pois esta vale mais que o cosmos inteiro…

Elton-john-empty-gardenA velha questão da suposta inexistência de vida no universo volta com toda força numa investigação mais atenciosa das obras de CS Lewis, professor de literatura e genial escritor irlandês, conquanto ele terminou por apontar uma razão sobre humana para “consolar” as almas que, com dificuldades “inatas” de erigir sua fé, ficariam a exigir de Deus alguma prova concreta de sua existência. Além disso, o próprio Deus escondeu de todos nós as provas concretas até de coisas que aparentemente nada tinham a ver com Ele, como foi o caso da vida extraterrestre, dos animais estranhos da criptozoologia e até de achados vivos do “elo perdido”, o primata que estaria no centro da História como aquele que faz a ligação direta entre o homo sapiens sapiens e os macacos toscos de nossa ancestralidade.

Assim sendo, a comprovação pessoal de nossas próprias experiências – e das experiências científicas “oficiais” – de um universo que não responde aos nossos apelos por uma prova tangível (lembrando a canção “Empty Garden” de Elton John), nos obriga a voltar os olhos para o lado oposto desta estranha moeda, inevitavelmente encarada como uma espécie de vingança cósmica contra a teimosia de nossas descrenças, o que sem dúvida deixa no ar o cheiro de uma injustiça contra nós todos, incluindo criancinhas inocentes, que morrem no vazio da incerteza (aqui lembramos o velho desabafo de Artur da Távola, quando ele pede a Deus “para ser menos difícil de ser achado” – a EAT publicou esse texto do Sr. Artur e o leitor pode lê-lo NESTE link, abaixo do artigo inicial).

Artur_da_TavolaPorém a Bíblia confessa insistentemente que Deus é bom e que sua santa alma jamais trabalharia premeditadamente contra qualquer bem, pelo contrário, que todo o planejamento divino contemplaria de antemão uma previdência a favor do bem das almas, muito antes de elas sequer existirem. Eis porque devemos outra vez lembrar o estrago e os efeitos desastrosos da Queda de Adão e Eva, pois foi ela que terminou por forjar o universo atual que conhecemos, o qual Lewis explicou como sendo “estuante de vida festiva”, ao passo que nosso planeta é que seria triste, surdo e silencioso para o resto do cosmos.

Porquanto uma colossal barreira de proteção foi montada para garantir a subsistência de nossa liberdade, num planeta de propriedade alheia e inimiga de Deus, cujo governador (empossado antes da rebelião, e portanto com direito criacional sobre ele) voltou-se contra qualquer criatura de Deus que porventura seja habitante de seus domínios, e com todo o seu poder angelical disparado contra seres absolutamente indefesos por sua própria inferioridade ontológica.

Com efeito, aquele escudo divino tinha que ser prioritariamente uma proteção anímica da Humanidade, como um bloqueio psíquico criado para garantir a liberdade e a individualidade dos animais racionais da Terra, e seria esse bloqueio o principal obstáculo para a visão e contato direto da Humanidade com outras orbes, dados os riscos de perdição eterna envolvidos no contato aberto diante dos anjos maus governantes de Tellus.

Stephen HawkingE Deus ainda deixou este raciocínio fácil para qualquer pessoa alcançar, pois tanto a Ciência já expressou o perigo de um contato aberto com extraterrestres (até um cientista de peso como Stephen Hawking já expressou isso – veja AQUI), bem como a Psicologia já sabe dos riscos da manipulação de mentes psicóticas para a criação de super soldados (condenando os governos que pensam em criar estes “monstros belicosos”), e também os próprios “amadores” de viagens astrais, os paracientistas que tentam o tempo todo sair do corpo e visitar o Além, já foram alertados para os danos irreversíveis de tais experiências, cujas consequências menores seriam o mergulho na loucura e a prisão anímica em manicômios, como muitos psiquiatras atestam (nas estatísticas da psiquiatria mundial, é espantoso o número de psicóticos egressos do espiritismo e outros ramos das ciências ocultas que ousam desafiar o sobrenatural).

Isto posto, agora ficou exposta a razão óbvia do silêncio do Jardim Vazio cantado por Elton John, cuja canção parece apontar uma experiência kardecista em busca de um contato com a alma de John Lennon, grande amigo do músico, contato este 100% infrutífero e frustrante, como se uma grande barreira tivesse impedido qualquer “transcomunicação” alegada depois pelo médium contatista.

Porém o mais espantoso é o bloqueio multidimensional imposto para todos os instrumentos de pesquisa da moderna Cosmologia (tanto os telescópios óticos da Astronomia quanto as antenas super poderosas da Radioastronomia) que a Ciência tem experimentado, sem que nenhum sinal de vida chegue do espaço para nós, num campo aparentemente longe de influir na fragilidade de nossa psique, o que deixa os cientistas convictos – e com razão – de que não há vida no universo, a não ser na Terra. Assim sendo, somente nós cristãos – somente os filhos de CS Lewis – teriam alguma luz para entender o que está havendo na questão da busca por inteligência extraterrestre (Projeto SETI), isto sem considerar a lógica questão do Cover-up governamental acerca da Ufologia.

Porquanto Deus – voltando os olhos para Ele agora – é o grande responsável pelo silêncio cósmico ao redor da Terra, pela ausência de respostas a muitas orações (como Lewis explicou no livro “Oração – Cartas a Malcolm”), pela cegueira da própria alma para consigo mesma e pelo pseudo embasamento do ateísmo, numa mega operação espiritual, cujo único propósito é garantir a sobrevida da alma humana, a qual ficou absolutamente indefesa após a Queda.

Oração Cartas a Malcolm - CAPAPorquanto se Deus jamais tivesse agido por meio desta mega operação, o resultado ao longo do desenrolar pós-Queda seria a desintegração psíquica de toda a raça humana, levada paulatina e inexoravelmente aos abismos anímicos do mundo astral, e ao final perdendo-se de vez na escuridão da mente angélica obsessora. Como Deus é bom e nos ama infinitamente, Ele julgou por bem que seria melhor arriscar-se a dar as almas uma proteção completa de sua psique “roubando” de nossa mente consciente a visão das realidades concretas de outras dimensões, do que arriscar-se a nos deixar ver aquilo tudo e nos perder no futuro, separando-se para sempre de seus filhos amados numa (a)ventura frustrante e trágica para seu projeto de Criação! Eis aí a explicação final para a ausência de provas que faz robustecer o ateísmo no mundo.

Finalmente, como tal arrazoado só irá se adequar bem à mente dos leitores de Lewis (e somente daqueles que o interpretarem bem), este articulista imagina o quão inútil poderá ter sido estas horas dedicadas a engendrá-lo, no afã de arremessar, para perto dos pés de uma alma aflita com o vazio de suas orações, uma pequena semente viva da magia de Nárnia, aquela que lhe deixará um sinal vigoroso da estranheza do universo, capaz de se manter mexendo mesmo após ser pisada sem querer. Se esta semente tiver chegado aos seus pés agora, e se você teve a sorte de vê-la antes de pisar nela, peço que a guarde em seu coração como um segredo vital, pois ela conta a história de um Deus que foi obrigado a esconder-se de nossa visão doentia, que poderia até vê-LO, mas O veria doente como nós.

 

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Os ETs são “descartados” para nos impor um universo sem Deus…

Um texto de Carlos Alberto Reis*, onde o ilustre ex-ufólogo destila a sua verve contra a existência de vida inteligente extraterrestre, desnuda toda a verdade sobre o imperialismo do ateísmo oficial.

Universo vazio2[* – Para este arrazoado, tomo por base um artigo de Carlos Alberto Reis (que deve ser lido antes deste) e tantos outros textos outrora consultados, publicados quase que diariamente, trazendo “notícias” do insucesso das pesquisas oficiais sobre vida extraterrestre. Utilizei aqui o artigo de Carlos A. Reis por ser bem escrito, abalizado, sério e respeitável, servindo de palavra final ao tema da inútil busca pela vida no universo, como se ele estivesse dando a palavra final da Ciência ou tivesse sido por esta autorizado a falar por ela. Isto posto, o leitor deve ler antes ESTE artigo como inspiração deste que agora publico].

 

Estamos num mundo cem por cento subserviente a pseudo senhores em todas as áreas, e talvez o maior “senhor” seja justamente aquele que nos impõe, goela a dentro, a inquestionável “verdade” de que a Ciência é quem tem a última palavra em tudo! Este é o Senhor absoluto, ou que se julga acima do bem e do mal, e por isso quer o papel de deus em nossas vidas. Todavia esse senhor tem uma falha terrível, desmoralizante, que é estar submisso aos interesses dos governos mundiais, ou melhor dizendo, ao interesse escuso do único Governo Mundial, aquele que não quer concorrência com nenhum outro poder.

Porquanto interessa ao único Governo que toda a vida na Terra, sobretudo a vida humana, fique cada vez mais convencida de que constitui uma verdadeira raridade cósmica, uma “milagrosa” exceção do acaso, e que por isso todas as nossas esperanças devem ficar obrigatoriamente restritas àquilo que se encontra em nosso planeta, que para eles, é TUDO que existe, simplesmente tudo.

Assim sendo, para nos convencer disso e ratificar cada vez mais este absurdo lógico-filosófico, a Ciência lança mão dos mais estapafúrdios estratagemas de persuasão, sendo o principal deles o sutil e constante discurso do vazio cósmico, do infinito intransponível das galáxias, do mistério indecifrável do tamanho do universo e da incomensurável teia de acasos que redundou na vida terrestre! Enfim, com a ideia fixa de incutir a “consciência” da inexorável situação da Humanidade, perdida no meio do cosmos sem fim e sem piedade, os “cientistas” deste mundo propõem, com força imperialista, o tirânico reinado da solidão, independente de isso gerar desequilíbrios sociais e insanidades individuais, até neles mesmos!

Mãe-Gaia-3Claro que a Mãe Natureza, abrigando em seu próprio ventre o subnatural e o sobrenatural, não comunga deste diabólico estratagema, e por isso vez por outra deixa transparecer, ora num murmúrio atmosférico, ora num “relâmpago de bolso”, um estranho sintoma exterior a si mesma, como se, desobedecendo aos governos manipuladores, abrisse uma janela ou uma portinhola para o Além, e este a invadisse, ainda que num sinal minúsculo e indetectável pelos instrumentos científicos. Eis a razão de porque a Humanidade, embora enganada desde o dia em que nasceu com olhos de carne, jamais foi capaz de calar sua inextrincável nostalgia recôndita, que ia e vinha insistente, seja pelo senso de angústias e saudades estranhas, seja pela visão de estranhos fenômenos, que nem a Ciência explica.

Isto posto, o efeito colateral óbvio deste impiedoso plano de “esvaziar” o cosmos inteiro é o escancaramento do “projeto ateizante da realidade”, cuja intenção tirânica não é afastar os ETs de um contato físico conosco, mas sim de impedir que o Criador dos ETs transpareça tangível na lógica do “cosmos-cheio-de-vida”, e mais ainda no encontro de outra civilização inteligente, a qual a Ele presta alegre obediência e ascética austeridade moral. Por isso até mesmo um mero micróbio anaeróbico, de tamanho subatômico, tem que ser desacreditado e erradicado das descobertas fora da Terra, pois o mero sopro de vida denuncia a existência de um plano inteligente de criação, e não uma obra de acasos intermináveis, incapazes de calar a pergunta: “como tantos acasos podem coincidir aleatoriamente?”…

A realidade então se desnuda com a inteligência. Quando ela está presente consegue entrever o Criador nas entrelinhas do silêncio; e quando ela está ausente consegue se iludir com a manipulação de dados das agências espaciais, acomodando-se e satisfazendo-se com a pesquisa dos outros, e sem ir além na pesquisa pessoal. Até porque a pesquisa pessoal é trabalhosa e até arriscada, não raro envolvendo ameaças diretas, quando chega aos lugares certos e bate nas portas certas. Quem ultrapassá-la, obtendo uma prova convincente das massas, não sairá de lá inteiro, seja para um cemitério ou para um hospício.

MIB-1Tudo leva a crer que, dada a desproteção dos pesquisadores pessoais deste tempo de espera, o único caminho é a fé, a humilde fé dos indefesos, pois ela garante tanto o conhecimento quanto a proteção, já que ninguém consegue convencer ninguém tendo como argumento a mera crença! Colocar o dedo nas chagas de Cristo constituiu um milagre, não apenas como efeito da Ressurreição, mas pela raridade e exclusividade de sua concessão, jamais dada a outrem! Todos os demais que “viram” as cicatrizes apenas por crerem no relato de Tomé, nada conseguirão fazer a não ser convencer outros pobres pescadores de almas, em sua lenta germinação corporativa, produzida pela fé sem provas ou “sem cicatrizes”. E assim a lenta fermentação divinizante vai se processando, até que milhões de anos se passem e produzam uma sociedade diferente, exultante com a visão direta do Criador.

É esta visão que incomoda e enfurece os agentes tirânicos do grande Cover-up mundial, cuja decisão pela ausência total da divindade foi tomada autoritariamente, e a chave para contradizê-la era justamente a descoberta de vida em qualquer outro mundo, a qual quebraria a falsa ciência dos acasos, em cujo início reside o primeiro acaso inexplicável do nada que ganha vida. A chegada de sondas e mais sondas espaciais a Marte, Vênus, Titan, Io, Encélado, Europa, Plutão, etc., em nada corresponde à busca de vida extraterrestre, conquanto suas viagens já tenham sido planejadas sob a ordem de NEGAR VIDA, seja ela que vida for. Vida significa criação. Criação implica em Criador, e assim este raciocínio impõe a Lógica mais desmentível, pois a matemática impede a crença em coincidências sequenciais inteligentes. Logo, se houver vida, não haverá divulgação! Se se encontrar um único micróbio fétido, mesmo que esteja morto há milênios ou esteja fossilizado, ninguém ficará sabendo de nada, para não levantar o raciocínio que leva ao Criador.

Pronto. Chegamos à pergunta crucial: por que é tão importante e decisivo que a Humanidade não tenha conhecimento que leve à visão de um criador para o cosmos? A resposta não existe sem um inevitável viés ético. E onde a ética entra aqui? Bem. Um criador inteligente (só pode ser inteligente porque criou muitas vidas no cosmos e pelo menos uma inteligente, que é a nossa nem tão inteligente assim) só pode ser independente de sua criação. Sendo independente e inteligente, possui vontade pessoal como nós, e se possui vontade, QUER que as coisas sejam de um certo modo e não de outro! QUERENDO as coisas de um certo modo (o modo certo, por ser obviamente mais inteligente do que nós!), não aceitará comportamentos erráticos ou malignos, e os impedirá, mais cedo ou mais tarde. Sem este viés, o universo volta ao non sense, ou volta ao vazio que a Ciência prega.

O povo quer depravação-1Então, por que a NASA e as agências espaciais querem ESCONDER Deus de qualquer modo? Ou o que elas escondem que a existência de Deus viria a se contrapor, numa espécie de inimizade? Ora, a Lógica manda que a Ética entre aqui! E então agora as coisas estão claras: a NASA, as agências espaciais, os militares do mundo, os governos, as instituições, as classes sociais, a coletividade e as vidas pessoais de todo mundo estão obviamente em desacordo com a Ética do Criador, e o Planeta Terra inteiro QUER se manter longe disso, ou seja, QUER continuar sua vida sem Ética, sem Moral, sem direção, isto é, sem um comando central. A Humanidade (individual e coletivamente) quer a total independência, quer a vida livre, sem regras, sem norte, sem seguimento a chefe algum.

Parece uma resposta tola, tosca e não científica. Mas não pode ser abandonada sem exame: Quem pode olhar para a sua vida pessoal e não identificar, no mais profundo de seu íntimo, exatamente este sentimento, a saber, o desejo incontido de viver livremente, fazendo tudo o que der na telha, sem qualquer regra pré-estabelecida? Falo aqui com os olhos lá no coração dos agentes oficiais e poderosos do Cover-up, e não no coração das pessoas comuns, nós pobres mortais, a QUEM foi permitida somente a fé para termos de Deus apenas um vulto enublado de elucubrações pessoais! Estou pedindo aos agentes do Governo Mundial que olhem para dentro de si e vejam se não sentem exatamente isso, a saber, uma estranha saudade de um lugar longínquo, perdido entre o sonho e a poesia, e esta não contenha a rima da vontade de ser feliz! Estou pedindo aos agentes que voltem atrás, que busquem o tesouro na base do arco-íris, que ouçam o choro dos carvalhos e corram atrás dos ventos, pois eles tirarão a folhagem densa que cobre a terra e mostrarão o branco da neve cálida da Alvorada Eterna, abandonada pela esquizofrenia da falsa liberdade.

Então feito isso, os ETs aparecerão aos borbotões em toda parte, dentro e fora da Terra, dentro e fora da mente, dentro e fora desta dimensão. A grande nuvem da ilusão terá passado, mas terá sido flagrada em sua pessoalidade perniciosa, viva e inteligente na malícia, e por isso os havia enganado. Os homens poderosos que enganavam os fracos eram eles mesmos enganados, e nada podiam fazer a não ser render-se ao Deus-moral cristão, e lutar contra a Maldade-viva. Claro que tudo isso é um sonho, só que um sonho muito mais real que a realidade, pois depende de um milagre de quem não quer mudança (nós), e de um milagre de quem não existe (Deus). Desta feita falei em vão, embora jamais sendo vão.

 

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O “achismo” nasceu com a Queda e virou vício

Estando arraigado em todos os corações humanos e tendo a mais antiga história dentro da Doutrina do Pecado, o vício de explicar tudo a partir da própria “adivinhação” ou ilusão é o mais democrático e universal dos efeitos colaterais da Queda adâmica.

ACHISMO-9Ninguém está isento dele. Ninguém explica coisa alguma sem recorrer a ele. Ninguém ousa confiar em alguma coisa ou em alguém que não seja após a “filtragem” que ele opera. Todos fazem uso dele mas ninguém aceita simpaticamente ser alvo dele. Todos o amam em si, mas o detestam nos outros. Parece discurso de CS Lewis em “Mere Christianity” (“Cristianismo Autêntico”) falando sobre o pecado da soberba em seu capítulo VIII, do que qualquer coisa que este articulista tenha entendido. Mas era de fato necessário que o tal “achismo” fosse tratado assim, sem dó, desde o começo.

Usar de achismo é fazer prevalecer a opinião de sua alma diante de qualquer fato ou ato que chega às suas vistas, ou melhor, é ser obrigado a engolir a sua própria “adivinhação” da verdade perante qualquer fenômeno ou ocorrência diante de seus olhos, e pior, impor tal visão aos outros, que também usam de achismo e também querem impor suas “especulações” aos semelhantes. Por ser uma espécie camuflada de ‘adivinhação’ (que muitos pós-doutores chamam de “intuição”, tentando com isso impor seu próprio achismo de modo mais “glamouroso” e pseudocientífico), ela nasce, cresce e se mantém absolutamente temerosa para seu próprio formulador, e assim ele deseja, no fundo, uma “aprovação” sumária daquilo que a sua alma assumiu, como se precisasse com urgência de ser aprovado por alguém além de si mesmo.

A coisa é tão séria que essa regra da abrangência “universal” do achismo não poupa nem os mais qualificados cientistas, que lutam fervorosamente (isso quando lutam, pois a maioria mal começa a luta e então segue presunçosamente as invenções de seu achismo) para evitar que sua alma lhe empurre ilusões e ‘intuições’ enviesadas, na consciência de que “ciência não se faz com achismo”, e se ele for dar trela àquilo que sua alma teima em lhe empurrar todo dia, ele jamais chegará à verdade sobre qualquer fenômeno que a ciência lhe incumbiu de investigar.

Jeremias 17,9 e JesusPior é que como a sinceridade não é uma virtude muito comum nos corações rebeldes, a maioria dos cientistas acaba sendo igual a nós, ou seja, não passa de uma massa humana irmanada no mesmo pecado, e prossegue enrolando seus semelhantes oferecendo opiniões dele, e não da realidade bruta colhida nas pesquisas, cuja abrangência quase sempre se volta contra ele mesmo. Com efeito, em todas as frentes desta incongruente batalha, a grande vítima é sempre a Verdade, e é por isso que o apóstolo s. Paulo disse duramente: “Seja Deus verdadeiro e todo homem mentiroso!”. Como qualquer cristão autêntico, a única solução salutar para este drama humano é reconhecer que a única Verdade verdadeira é a expressa na Palavra de Deus, e qualquer outra conversa é enrolação e achismo, que não merece nenhuma confiança de nossa parte!

Isto obriga a que cada um de nós se volte exclusivamente para a Bíblia e inicie minudentemente um estudo sequenciado de conhecimento teológico de profunda atenção (o perfeito autodidatismo), não deixando sequer uma brecha para intercalar opiniões alheias, exceto após longo tempo de autopreparação na sequencialidade orgânica da teologia; após o que um padre ou um pastor amigo poderiam ser ouvidos, mas sempre com uma pulga atrás da orelha, pois eles também podem lhe “empurrar” os achismos deles!

Erro comum é não perguntarO isolamento e a solidão humana neste mister é torturante! Estamos literalmente sozinhos nesta escuridão da ignorância pós-adâmica, e a única voz que poderia nos ajudar é inaudível e pode perfeitamente ser confundida com um sussurro do inimigo, que também virá outra vez com seus achismos. Nem mesmo nossos filhos e nossos pais merecem confiança neste sentido, pois eles também são viciados e virão a nós com seus achismos familiares, que são ainda mais duvidosos do que quaisquer outros. Aliás, se o ato de perguntar é a salvação da alma, não perguntar é o seu sepultamento! Logo, a dúvida é o combustível do achismo, e a preguiça é a sua fonte inesgotável. As opiniões que ouvimos no nosso lar, desde a infância, e as preguiças físicas e mentais que ali presenciamos, não passam da renitente perpetuação da ignorância que o diabo impôs à nossa raça, e foi a nossa família quem nos apresentou a elas, às vezes do modo mais doloroso!

Então cabe a pergunta: “E Deus não providenciou nenhuma solução para isto?”. Sim, providenciou, pois nos ensinou a orar e nos legou a sua própria sabedoria, traduzida pela Palavra de Deus, que terminam sendo a única tábua de salvação em que podemos nos segurar. O problema é que usamos tanto de achismo que em nossa vida inteira de orações e estudos bíblicos, jamais conseguimos silenciar de vez a nossa voz interior, aquela que irá, mais cedo ou mais tarde, substituir a pura rijeza da Verdade pelo prazer de nossa própria opinião, que chega para nosso ouvido não como a Verdade-que-dói, mas como a verdade-que-agrada, ou seja, apenas aquilo que achamos pessoalmente da Verdade, por meio de uma suposta verdade subjetiva.

Einstein e o pensar contínuo4 (1000 x 843)Mesmo quando não temos nenhum talento para o magistério, ou mesmo quando confessamos que não nascemos para ensinar, o vício de “ensinar” – isto é, dar a própria opinião – exerce uma pressão infinita dentro de nós, como se nunca pudéssemos chegar perto de alguém e não revelar aquilo que pensamos, e para isso usamos dos mais requintados subterfúgios, como dizer que aquela opinião não é nossa (adoramos dizer que ela veio de um cientista como Einstein ou de outro super mestre), ou que muita gente já atestou aquilo que dizemos, ou que nós mesmos já o comprovamos em nossa vida. Nada neste mundo possui mais “arranjos de autoridade” do que o nosso achismo, sobretudo quando nós mesmos não temos autoridade alguma no assunto.

Pior: até mesmo os cientistas mais gabaritados, até com pós-doutoramento, também sofrem desta sedutora tentação, a saber, que na hora de emitirem uma opinião, embora recebem de sua consciência toda a bagagem intelectual que já conquistaram em pesquisas e doutorados, são ludibriados pelo desejo secreto de seu subconsciente, que sempre prefere tomar a frente e expor a sua opinião pessoal, e não aquilo que as pesquisas apontaram. Logo, neste sentido, tanto faz ouvir um analfabeto quanto um físico nuclear: a opinião ali ouvida será sempre a “intuição” de uma alma, e não a verdade nua e crua da investigação imparcial (claro que o Físico tem um universo conceitual maior, mas nem por isso não inclui também uma invencionice maior!). Aqui como no tabagismo, o vício anímico é muito mais forte do que o mais forte dos arrependimentos. É muito duro ouvir isto, e por isso deve ser verdade!

ACHISMO-13bEnfim, sendo talvez o vício mais antigo da Humanidade (veja que antes de pecar, o demônio ensinou Eva a usar achismo contra a ordem de Deus, usando o achismo dele e dizendo: “certamente não morrereis”), será precisamente o nosso mais carrapático companheiro a nos atormentar até no Dia do Juízo, quando Deus nos chamar para darmos explicações sobre nossos atos. E pior, se foi o medo da ira de Deus que nos machucou até à alma, foi o nosso achismo que machucou Deus até à ira de sua santa alma. Pois Deus sabia que a pior alma para se converter é aquela que ACHA que está bem, e que ACHA que os outros é que estão errados. Uma alma dessas costuma ACHAR que conhece bem a vontade de Deus e que Ele deve aprovar bem a vontade dela.

Finalmente, Jesus um dia perguntou: “Até quando vos suportarei?”… No que deveríamos ouvir: “Até quando suportarei os vossos achismos? Até quando me vireis com achismos? Quem vos iludiu a fugir da ira vindoura? Quem usou tão odioso achismo contra vós?”… Enfim, as palavras deste articulista podem parar por aqui, pois agora todos sabem que não passam de mero achismo. Quem dera ter encontrado um ouvido que tinha um olho pra dentro e pôde ver que também tinha o mesmo vício, de opinar via achismo. Quem dera possa, junto comigo, achar que nosso achismo já achou o seu devido lugar: na surdez para com Deus e no esquecimento do perdão de Cristo.

 

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Psicopata é a pessoa que nunca vê culpa dentro de si

Com numerosos exemplos neste país, a derrocada da política nacional traz algo de muito positivo, a saber, o aprendizado utilíssimo da doutrina do pecado, sobretudo em relação aos erros individuais.

Gente psicóticaQuando grandes cristãos discutem acerca da doutrina do pecado (assim chamada no âmbito da Teologia Cristã), culminam invariavelmente na constatação de que pecado mesmo é o interior, o profundo, o oculto, ou aquele que seu praticante não vê, ou pior, que finge não vê. Afora isso, todos os embates ensejados por aquela doutrina podem ser considerados “de somenos”, quando teimam em apontar a errância humana em erros visíveis, ou práticos, objetivos e inegáveis. Nem é preciso lembrar que se toda a compreensão cristã acerca dessa doutrina se restringisse aos chamados “vícios sociais”, a Teologia seria uma inutilidade total, pois simplesmente não ajudaria em nada, tal como em nada ajuda quem limpa uma cada empurrando a sujeira para debaixo do tapete.

Sim. Aqui se dá o caso irreversível de uma via de mão única, cujo retorno redundaria em morte para quem tentasse voltar. Enfrentar o pecado é uma guerra, a verdadeira guerra cósmica, muito mais encarniçada do que todas as outras guerras, e para vencê-la é condição sine qua non que o próprio pecador (ou o auto-combatente) se fixe e se memorize em seu prioritário front, a saber, em seu próprio coração, que é a máquina mais enganosa de todas as armadilhas que o pecado criou. O profeta Jeremias explicou isso muito bem, quando disse “enganoso é o coração, mais do que todas as cousas, e desesperadamente corrupto, quem o conhecerá?” (Jr 17,9).

A partir dessa visão cristalina e nítida, a Humanidade ganha alguma chance de vislumbrar um dia em que poderia estar limpa diante de Deus, o Senhor cuja visão ninguém pode enganar e ninguém o convencerá de pureza sem completar a “purificação dos santos”. Todavia e infelizmente, a renitência da raça adâmica em esconder sua maldade ou de simplesmente não enxergá-la em si, foi, é e será o drama eterno do coração de Deus, cuja perfeição não pode fazer vista grossa para nenhuma impureza, sob pena de ensejar a insegurança eterna nas almas livres e felizes de seu Reino glorioso.

Rixas pessoaisNo dia a dia de todos nós, o que se vê são eternas incompreensões e rixas de toda ordem, podendo a sociedade ser batizada como “uma jaula de feras irracionais”, pelas quais é inútil qualquer esforço na direção da sensatez, do amor e da razão. Pode-se ver a inutilidade aqui alegada quando se tenta convencer um alcoólatra de que ele não se controla em relação à bebida e que por isso precisa de um “tratamento de choque”, como o do grupo Alcoólicos Anônimos. Mutatis mutandis, bastaria substituir a figura do bêbado pela figura do corrupto, do mentiroso, do tarado, do cleptomaníaco, enfim, a alma perde seus olhos quando se desvia da vontade de Deus, e os únicos olhos que restam (os da cara) não se voltam mais para dentro de si, e por isso a Humanidade não tem cura. Pior, NEM Deus cura quem não quer ser curado: é isso que significa não enxergar a própria culpa.

Isto posto, e na hipótese de fazermos empatia com um ambiente puro de almas puras, podemos aceitar que existem alguns sinais de que a consciência do Homem ainda não está por inteiro no escuro (isto só ocorre na possessão diabólica ou só ocorre após a morte física – enquanto a Luz não baixar por lá, ou nos intervalos onde o veículo da Luz desembarca para buscar quem já sofreu o suficiente para querer subir à bordo) e isso nos permite acreditar que alguns discursos tempestivos se enquadram bem na veracidade da Doutrina do Pecado, e por isso ousamos passar aos leitores alguns exemplos vívidos de nossa esperança, nos quais encontramos alguns raros momentos de lucidez onde os interlocutores expressam esta raríssima clareza.

Vamos aproveitar o momento político de nosso país para extrair essas excelentes lições de doutrina cristã, porquanto se nossa política é tão imunda quanto possível, será ela quem irá ilustrar, com exatidão, a verdade da errância humana mais doentia (aquela que só enxerga culpa nos outros).

Marta Serrat2Uma senhora de certa idade – mas extremamente lúcida – chamada Marta Serrat, se dispôs a publicar um vídeo incisivo sobre a sujeira na política, sobretudo das “esquerdas socialistas”, no qual ela defende que o Comunismo em si é uma “DOENÇA MENTAL” (confira o vídeo dela aqui: https://www.youtube.com/watch?v=RtnvP0ce8GM) e por isso seu tratamento teria que advir de uma missão espiritual – no caso de um servo de Deus com o dom da cura – ou de uma missão militar, no caso de os comunistas não darem ouvidos às ruas, às puas e as duas faces de sua própria culpa! Isto é: sem enxergar erro algum no Comunismo, e sem ouvir a consciência espiritual que geralmente só incomoda a cristãos, os comunistas jamais modificarão sua postura, e por isso se vê seus líderes dando apoio a elementos que nada fizeram pelo bem do país, a não ser roubar e enriquecer os próprios bolsos. Este seria o caso em que só uma intervenção militar poderia por as coisas em ordem.

Outro vídeo muito interessante sobre o tema expressa a realidade brasileira da era petista, com os seguintes matizes: até ao ponto de insinuar que um psicopata seria uma pessoa que nunca vê culpa dentro de si (dando como exemplo o ex-presidente Lula e seus assessores cafajestes – confira no seguinte link https://www.youtube.com/watch?v=Ay7BEduC2rs&feature=em-subs_digest e reflita sem pré-juízo) e lembrando uma outra reflexão onde o professor Olavo de Carvalho diz que os petistas perderam o senso de humanidade, pois eles só veem como seres humanos aqueles que aderem às suas ideias, e apenas enquanto durar tal adesão! Por exemplo: Hélio Bicudo era gente até deixar o PT, e quando saiu dele deixou de ser gente, sendo agora um animal odioso na mira de um possível governo vermelho, conquistado pela força das armas contra uma população desarmada!

Turma boa da DireitaE há outros exemplos alvissareiros: ora na palavra de Arnaldo Jabor; ora nas lapadas de Diogo Mainardi; ora nas intervenções de Marco Antônio Villa; ora na fala elegante de Bia Kicis, ou na ira cívica de Janaína Paschoal; ora na dureza do discurso de Joice Hasselmann; ora na verborragia lúcida da família Bolsonaro, etc., sem contar com os discursos oficiais de políticos que já enxergaram toda a sujeira do Comunismo. Neste sentido, o povo brasileiro está sendo visivelmente educado na visão anti comunista ensejada pela corrupção vermelha, que acabou deixando-se mostrar em toda a sua maldade e queimando o filme de todo o Comunismo mundial enquanto ideologia.

Finalmente, como nosso Deus sempre consegue extrair um bem de qualquer ação maligna, as maldades humanas terminam por garantir outra vitória a Cristo, grande Comandante do bom combate, ao ensejar a lucidez espiritual para seus soldados mais atentos, sobretudo quando iniciam seu entendimento a partir da visão de seu próprio pecado interior, sendo esta uma obra que os maus jamais operam em si. Estando o mal a fazer rebentos em todas as terras humanas, resta a nós abençoados pelo amor e pela proteção de Deus, caminharmos rumo ao Reino Sagrado do Senhor, lá onde só habita a inefável luz da santidade, na pureza dos justos.

 

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Uma maldição chamada “Alzheimer”

Tudo o que você queria ouvir sobre esta doença e ninguém tinha coragem de dizer, por causa da mentalidade populista e demagógica de uma sociedade corrompida, que jamais olha o lado dos familiares que sofrem todos os efeitos dessa tragédia humana.

Alzheimer-3Ao explodir em pranto com uma situação absolutamente desumana como um tapa desferido contra o rosto de quem convive com o doente, este articulista toma a liberdade de dar curso a um desabafo há muito contido, ou desde que a doença em questão foi diagnosticada para um de seus familiares, a saber, seu pai, com quem – num pavoroso agravante – nunca teve uma relação bem sucedida. Conquanto se esmere em muitas leituras acerca da doença e em participar de cursos e reuniões com médicos e outros familiares de doentes, a realidade concreta dos fatos é uma bofetada só, da qual se pode dizer que NINGUÉM sabe, ao certo, como lidar acertadamente com o alienado mental, ou com o morto-vivo portador do Mal de Alzheimer (aliás, bom chamar mesmo de “Mal”, pois nenhuma doença carrega mais recursos para se infernizar um lar do que essa, com sinais profundos e sinistros, sempre inconfessáveis por quem tem um doente desses na família).

Pior, mesmo para um cristão convicto, de larga e abalizada instrução teológica, não se obtém consolo nenhum nem mesmo na Bíblia Sagrada, a qual é, infelizmente, assaz “omissa” neste particular. A própria doutrina de Deus, conquanto vivida e ensinada por anciãos e homens de avançada idade, não chega a instruir, com alentos desejáveis e indispensáveis, os familiares do paciente de Alzheimer, os quais padecem à míngua sem qualquer socorro, exceto recorrer a cuidadores caríssimos (e devem cobrar caro mesmo, já que é um verdadeiro sofrimento cuidar de um “maluco”) ou as chamadas ‘casas de idosos’, lugares onde os “doentes mentais” – por assim dizer – são colocados para sumário alívio de todos com quem convive.

Assim sendo, nem a solução dos cuidadores é solução de verdade, nem a internação em abrigos (muitos destes nem querem receber pacientes em estado terminal) significa uma solução pacificadora da consciência familiar, e quase sempre filhos e irmãos passarão o resto da vida com uma área da memória bloqueada, aquela que procura abafar ou soterrar o remorso de ‘solução’ tão violenta, embora necessária. De fato, quando uma família decide internar o seu “doente mental” longe de casa, é sem dúvida em razão do inferno ali vivido, literalmente, porque chega um tempo em que ninguém aguenta mais tanta dor e martírio com a situação engendrada pela mente alienada.

Sintomas-do-Mal-de-Alzheimer-6E olhe que este inferno em carne viva nem chega a necessitar de um doente que urina e defeca no sofá da sala de visitas! Estou falando de um “doente sadio”, do tipo que tem “saúde de ferro” e não pega nem um resfriadinho, não sente nem uma dorzinha sequer, uma dor de cabeça ou mesmo uma dor de dente (embora nunca escove os dentes e esteja com a boca fedida cheia de cáries!). Estou falando de uma “pessoa ex-pessoa”, que não reconhece mais nem mesmo os filhos biológicos, que desconfia da fidelidade de sua santa mulher e nunca está quieto em casa, incomodando a todos com conversas sem sentido como de falasse “em grego” – não sabe mais distinguir um copo d’água de uma lata de tinta – e desejando sair de casa a todo tempo para se perder na rua e ser achado pela polícia.

Pior, pior de tudo, agora vem o pior. Quando os familiares conhecem bem a Bíblia e são cristãos devotos, sabem perfeitamente o que é a doutrina do pecado e por ela podem entender bem as ciladas e armadilhas do inimigo. Neste sentido, nossa consciência nunca nos abandona na observação do próximo, pois o próprio Jesus disse que “pelos frutos conhecereis a árvore”. E este é o ponto máximo aonde podemos ir para não julgarmos o próximo, pois o juízo só cabe a Deus, embora Jesus tenha dito que “devemos julgar pela reta justiça” (João 7,24) as coisas que nossos olhos espirituais enxergam auxiliados pelo Espírito que a tudo perscruta.

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Por uma Igreja que não existe mais (minha dor profunda não cessa)

Depois de caminhar léguas e léguas “procurando o elo perdido”, e depois de investigar montanhas de livros e registros, até agora nada encontrei que me mostre o contrário, ou seja, ter eu crido em vão na visível derrocada da Igreja de São Pedro, única que Jesus Cristo realmente deixou na Terra.

Christ arrasado com a destruição da IgrejaCertamente só nesta era tecnológica, onde a Informática já deu ao Homem tudo o que ele queria para estar bem informado, eu iria ter acesso ao presente conhecimento que me angustia, ao qual cheguei por via de livros, revistas, testemunhos, sites, blogs, mas sobretudo, por meio de canais de vídeo, onde a Verdade pode se apresentar “ao vivo e em cores”, de um modo muito mais arrasador e convincente do que mil palavras escritas, mesmo aquelas escritas dentro de um livro chamado Bíblia.

Refiro-me à deprimente constatação de que a chamada “Santa Madre Igreja”, aquela a que fui acostumado desde a minha mais tenra infância, não passa agora de um monte de tijolos trêmulos, à espera do último sopro diabólico contra seu último reduto de legitimidade, a saber, a Moral Cristã, sem a qual igreja alguma e ninguém podem ser salvos. Pior, mesmo aqueles que podem estar franzindo agora as sobrancelhas por minha aparente irreverência contra a sagrada Igreja-mãe, jamais poderão calar a si mesmos quando olham para dentro de seus corações e enxergam desobediências vis, ora claras ora sutis, à vontade moral de Deus, que perscruta todos os corações.

Jesus e a coroa de espinhos2Isto é, o mero referir desta possibilidade já constitui uma ferida aberta e por demais dolorosa em todo o mundo católico; e sendo esta uma constatação irreversível e presentemente incorrigível, termina por afundar-se voluntariamente na lama interior (diante de um vício aprazível e invencível), deixando apenas o olho de fora, aquele olho presunçoso que vem combater qualquer alma que ouse abordar a ausência de santidade, mesmo que o faça com a humildade de ver impureza em si mesma, e aí está a sua dor.

Todavia e com efeito, é necessário correr com a carga toda subitamente, abandonando o campo do subjetivismo, campo este importantíssimo e indispensável quando a discussão visa apenas corrigir a errância comum de cada alma humana, iluminando seu destino individual, sua resposta individual e sua salvação individual com Deus. Tudo isso é importante e vital, mas não tem utilidade alguma para entender a tragédia que este artigo quer apontar, embora deva ao subjetivismo todo o campo de resgate que Jesus abriu na cruz, para nossa salvação. Se o leitor não estiver satisfeito com meu (in)voluntário “abandono” da salvação subjetiva da fé, peço que também abandone esta leitura, pois vou ousar atacar algo coletivo que se deteriorou, por assim dizer, a minha dor profunda de viver num mundo onde o diabo está vencendo até mesmo aquela para quem a Escritura disse que “as portas do inferno não prevaleceriam contra ela” (Mateus 16,18).

A feiticeira inaugura o inverno sem fim1Muitas foram as fontes – canais – de vídeo onde a Verdade da quebradeira da Igreja transparece a olhos vistos, mas uma fonte em particular me chamou mais a atenção, devido ao seu caráter mais humilde e precário, como que refletindo um pequeno grupo de ovelhas apavoradas, vendo chegar o lobo em carne e osso para assentar-se no trono de São Pedro e nada podendo fazer, exceto entoar o cântico triste da saudade dos bons tempos medievais. Um cântico certamente fúnebre, como o que entrou no coração dos apóstolos após a traição de Judas. O cântico tristíssimo da velha Nárnia, quando a Feiticeira inaugurou o inverno sem fim.

O vídeo que mais me chamou a atenção, dos três principais, também traz um cântico triste para a minha alma, embora perfeitamente sincronizado com o teor da mensagem, que precisa de tristeza e dor para chegar às ovelhas escondidas pelo medo e pela multidão de maus católicos a reinar neste Século, antes do falso rei encaminhar seu “golpe de misericórdia”, a saber, o ultimato de obediência sine qua para os cristãos.

O leitor será informado sem medo, que se trata de uma dor profunda no coração de um católico romano arrasado, somente capaz de respirar pelas palavras de São Lucas, quando dizia “quando virdes acontecer estas coisas, levantai as vossas cabeças e exultai, pois a vossa redenção se aproxima” (Lc 21,28). É a dor de comprovar, dilacerantemente, que a única Igreja de fato santa, e o último reduto vivo da Moral Cristã, foram sorrateiramente atacados, com armas sutis mas irresistíveis, ensejando a que a Noiva do Senhor gritasse, como também gritou o Noivo, “Pai, Pai, por que me abandonaste?”, na cegueira medonha da última hora. E o abandono se refletiria com força, obviamente, no dia em que a Igreja não mais contasse com pastores de bom caráter, deixando seus rebanhos a comer porcaria e beber somente leite derramado!

Fábio de Melo em showmicioVeja ESTE vídeo e pense comigo. Ele foi produzido por um singelo canal do Youtube chamado “Tradição Católica”, ou seja, veio “da boa poesia que não volta mais”, porque estamos vivendo no tempo da “sociedade dos poetas mortos“. O nome do vídeo merece toda reflexão: “Queremos Padres Santos e de Batina JÁ!”: Quem não está vendo que os padres modernos não passam de “boyzinhos posudos”, artistas de palco e fazedores de “showmícios”? Pior, QUEM consegue ainda ver hoje em dia que o roupão preto, o vestidão preto do pescoço aos pés que Padre Cícero usava, tem uma “magia” espiritualizante e até molda o ânimo de seu usuário para permitir a cobrança social séria da fidelidade do servo ao seu Senhor? Quem não vê que os próprios padres de hoje parecem ter vergonha de mostrar santidade em suas roupas? Ou vergonha de espelhar um espírito “moralista” que está sempre temendo ser confundido com o falso moralista em que a maioria se transformou?

As mensagens desse vídeo falam por si: “Queremos padres que não contem piadas na missa, que não ‘pulem a cerca’, que se ocupem somente de salvar almas, que não deixem os leigos mandarem na Igreja, que não se calem para agradar o mundo (sobretudo fazendo silêncio sobre pecados sexuais), que se auto disciplinem com ‘mortificações’, que defendam a Igreja Católica perante todas as outras, que eles mesmos ensinem o velho e bom Catecismo, que nunca omitam o perigo do inferno, que se recusem a dar a comunhão a praticantes de pecados mortais”, enfim, tudo se refere a uma igreja moribunda, ou que não volta mais, como a água passada pelo moinho.

Outras boas produções do Canal Tradição Católica devem ser vistas por aquele católico que também está se sentindo triste com o atual rumo da Santa Sé, e eu recomendo estes dois vídeos aqui abaixo:

Padres tristesOra; a partir dos próprios pastores, cuja inclusão pressupõe a queda de bispos e cardeais, nossos olhos são levados por trilhos que avançam diretamente para o “Sumo Pontífice”, pois um líder que não disciplina – e até expulsa – seus liderados, não pode ser respeitado nem mesmo por quem tem o mínimo senso de Justiça, tal como não podemos respeitar um (ex-)presidente que sempre alega “não saber de nada”, ou que não sabia das maracutaias que se desenrolavam debaixo de suas barbas, operadas por gente de sua total confiança e por ele indicados! – Uma palavra contundente de Olavo de Carvalho termina por enterrar de vez as nossas esperanças para com a Noiva de Cristo, sendo ele um católico que sempre defendeu a Santa Madre Igreja – veja NESTE link e chore… (é pra chorar mesmo).

Logo, se podemos ver com razão o fim de um país tropical pacífico e honrado, também temos razão para ver o fim de uma Igreja divina, única salvaguarda das verdadeiras tradições e relíquias sagradas do Cristianismo, como cabia a uma verdadeira Noiva guardar e proteger. Pior, no meio dos tesouros perdidos, está-se perdendo o principal tesouro, a saber, a Moral Cristã, o ouro puríssimo e a pérola que Jesus pediu para não ser lançada aos porcos! Enfim, prezados leitores, se nada for feito (e o tempo está a indicar que nada será feito até o soar da última trombeta), podemos esperar que o último dia chegou, e ninguém mais terá um sol claro a iluminar a próxima manhã.

 

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Impossível haver boa política sem o Cristianismo

A falta de valores morais em todos os quadrantes do planeta explica porque nada dá certo nos planos governamentais de todos os países, até que Jesus volte.

Cidadania com Jesus-2Recentemente assistimos o excelente programa “RODA VIVA” com Hélio Bicudo e Janaína Paschoal (veja que show de assertividade NESTE link) e a síntese final de tudo o que argumentaram os dois convidados do programa é “que a falta de valores morais é o grande inimigo do progresso humano, em todos os quadrantes do planeta”. Ali não se apontou as Direitas ou as Esquerdas como falhas ou como responsáveis pelos desmandos dos maus governos, e sim que a falta de valores morais em todas as áreas constitui o estopim e o corolário de todas as tragédias humanas que transparecem na corrupção generalizada de nossos dias.

Esta Escola já havia escrito por diversas vezes acerca da importância vital de um amplo e profundo regramento moral para a evolução da Humanidade e até para a salvação das almas, pois até mesmo o Deus de amor só oferece o seu perdão para quem perdoar o seu próximo, e isso é regra básica da Moralidade Universal, ou da Lei da Natureza Humana de que falava CS Lewis (e é o que diz o centro da oração do PAI NOSSO, que o próprio Jesus nos ensinou!).

William Lane CraigO filósofo cristão William Lane Craig (foto ao lado) explicou isso muito bem em seu extraordinário artigo intitulado “O Argumento da Lei Moral” (veja AQUI), e assim a “Lei do Certo e do Errado” é condição sine qua non para tudo, até para provar a existência de Deus, pois sem uma precisa noção de Certo X Errado, não há qualquer sentido em se supor que “ALGUÉM” tenha criado o universo e muito menos a consciência humana.

Com efeito, há algo acontecendo precisamente agora, na pós-modernidade, que espanta pelo “ineditismo” e assusta pela força avassaladora com que se impõe ao mundo todo, a saber, a ausência total de regramento moral, como se toda a tradição que nos informa sobre direitos e deveres, sobre agir bem e agir mal, sobre bondade e maldade, não passasse de mera convenção cultural e particular, própria de cada país, povo e região. Em razão disso, não é exagero e muito menos incorreção dizer que o único e último baluarte de reserva moral do mundo é o Cristianismo, e se ele porventura for desprezado ou sepultado, nada mais haverá que impeça o planeta inteiro de cair no abismo da imoralidade, onde regra alguma terá mais valor e onde imperará o “salve-se quem puder!”…

Bicudo, Reale e JanaínaLogo, com isto em mente, agora podemos ver a “exatidão perfeita” (com perdão do pleonasmo) da palavra de Hélio Bicudo, Miguel Reale e Janaína Paschoal (Janaína é poesia pura! Veja AQUI), quando, interpelados sobre se estariam advogando em defesa das Direitas em face da corrupção das Esquerdas, responderam que nem uma coisa nem outra, mas sim a necessidade de se reintroduzir a Ética e os valores morais no mundo, sem o que nenhum governo estará livre de terminar na mesma latrina onde o PT caiu, por culpa do total desprezo da Moralidade defendida pelo Cristianismo (o Canal Ca3 preparou um vídeo sobre este assunto – assista AQUI).

Aqui chegamos ao nosso título/argumento: é impossível haver qualquer boa política ou política de vergonha sem o Cristianismo, pois só ele garante a seriedade e severidade da Lei Moral, único instrumento salvador da pátria e de toda a Terra. Só ele diz que um deus (O Criador do Universo, Deus com Letra maiúscula) irá pedir conta de quem não obedecer à Moral cristã, aquela que ensina o caminho do bem iluminando o caminho do mal. Só ele é capaz de substituir QUALQUER OUTRA autoridade com vantagens, pois só ele aproxima o Criador de suas criaturas e as faz respeitarem-no e obedecê-LO. Logo, se o Comunismo, o Socialismo ou o Lulopetismo são ateus, então não aprovam o Cristianismo nem o Cristianismo os aprova! Eis porque detestam a Moral e agem como se ela não existisse, metendo a mão na coisa pública e roubando a nação.

Homem isolado pelo pecadoPorquanto ao Homem sozinho, após milênios de atuação sob efeito da Queda original, não é mais possível fazer QUALQUER COISA (João 15,5) para consertar-se e, pelo contrário, não quer consertar-se porque passou a gozar com a desobediência e a pseudo liberdade de uma vida supostamente independente de Deus. Isto explica direitinho todo o quadro atual encontrado no mundo, e em especial no Terceiro Mundo, lá onde reinam republiquetas pró-comunismo.

Finalmente, a nossa esperança, ainda que moribunda com a realidade dos últimos anos, fica um pouco acesa ao assistir gente como Hélio Bicudo e Janaína Paschoal a destilarem suas convicções de que a falta de valores morais é o grande abismo em que caiu a Humanidade, e de que a reintrodução da Moralidade é a única forma de resgatar o ser humano do inferno em que se meteu (uma vez que todos os valores éticos foram extintos ou desintegrados com a escalada do materialismo e do hedonismo no mundo, do que se aproveitam todos os corruptos para iludir o povo e continuar suas vidas de impunidade, vivendo “acima da lei”). O único caminho então parece ser pedir a Deus que intervenha neste mundo em defesa da minoria, ou seja, daqueles poucos que estão vendo o quadro atual a desmoronar como livros ao fogo, e sem ter poder político algum para fazer justiça.

 

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