Lewis previu a guerra contra os muçulmanos

Com todos os sinais expostos, embora muitos sublinarmente, CS Lewis deixou evidências para que a cristandade se prepare para a última batalha, sem dúvida contra os filhos do Islã…

Em suas extraordinárias “Crônicas de Nárnia”, livros aparentemente escritos para crianças, o escritor irlandês CS Lewis vai caracterizando sutilmente, em todas as suas abordagens acerca dos inimigos de Nárnia, a tipologia ou a linhagem daqueles que se levantariam contra os narnianos, e com isso nos faz lembrar da grande profecia da PERSEGUIÇÃO FINAL AOS CRISTÃOS, que será levada a cabo pelo inimigo maior de Deus, Lúcifer, antiga serpente do Éden. E mais, a perseguição seria executada por um povo específico do diabo, tal como específico é o povo de Deus, os israelitas de carne (no Velho Testamento) e os israelitas do espírito, no Novo Testamento.

Ao longo das narrativas narnianas, Lewis vai soltando indícios para nossa investigação, apontando sinais que nos permitiriam comparar, entre a Terra e Nárnia, qual povo ou raça poderia ser governada por um espírito maligno de profundo ódio aos narnianos, ao ponto de estarem planejando, o tempo todo, a tomada de Cair Paravel e a escravização final dos filhos de Aslam. Os sinais deixados por Lewis estão presentes na maioria das histórias da velha Nárnia e também da nova, e os seus leitores facilmente perceberão as “credenciais” do inimigo numa investigação mais ativa, se os que lerem suas narrativas se derem ao trabalho de colher dados de outras fontes.

Com efeito e a rigor, ninguém poderá considerar a hipótese de Lewis ter escrito suas histórias sem ter feito uma investigação bem acurada sobre OS VERDADEIROS INIMIGOS do povo de Deus, e aqui na Terra os registros históricos não deixam dúvida: desde o início dos tempos, ou mais precisamente, desde o maldito dia em que Abraão recebeu Hagar de sua mulher e com ela teve um filho em particular (Ismael), o planeta Terra e a Humanidade nunca mais tiveram paz, e aquele dia parece ter inaugurado a primeira “elevação” explícita do inferno na superfície da Terra.

Por ser um estudioso criterioso e detalhista, além de um investigador nato de inúmeras ciências, CS Lewis adquiriu conhecimentos profundos de História e Antropologia, e por isso é lógico supor que ele tenha não apenas descoberto a identidade dos inimigos de Deus, mas também os atos de barbárie por eles praticados, com todos os requintes de crueldade vistos hoje nas “operações” do Estado Islâmico, desde os tempos de Abraão até nossos dias (o que nos espanta é justamente perceber que, mesmo após chegarmos ao tecnológico Século XXI, onde toda a “Ciência” nega a existência de qualquer realidade espiritual, as práticas da crueldade e da mentalidade inimiga de Israel se mantêm as mesmas, e com isso Deus nunca deixou escapar de vista que o nosso inimigo é aquele mesmo que a Bíblia descreve, a saber, os principados e potestades das regiões celestes, nos deixando ver que não lutamos contra a carne e o sangue – Efésios 6,12).

A partir dessa ótica tão carinhosamente revelada por Deus aos seus escolhidos, qualquer cristão poderá olhar para o mundo e descobrir QUEM é e ONDE está o seu inimigo, e uma mínima comparação das maldades executadas por demônios com as crueldades praticadas por homens de carne e osso que com ele fizeram acordos e planos, levará precisamente à explicitação da face do inimigo, e por isso os “algozes” que Lewis investigou são os mesmos que vemos hoje em dia crescer e migrar para todos os lugares do mundo. Alguma semelhança já está visível para o leitor?

Pior: talvez por ter escritos seus livros ainda antes de chegar à quarta parte do Século XX, e de não haver em sua época nada como a moderna Informática, a Internet e o desastre da “política do politicamente correto”, Lewis jamais se deu conta de que sua explicitação das características genéticas e étnicas dos inimigos de Nárnia iriam escancarar e identificar, com precisão milimétrica, o caráter sarraceno daqueles que iriam ser os eternos perseguidores dos filhos de Deus. E não deu outra!

A mídia moderna, influenciada pelas correntes pseudo libertárias da propaganda opulenta das grandes indústrias de hoje, acabou por colaborar para desnudar toda a maldade do velho mundo, e assim o homem pós-moderno foi constantemente apresentado às antigas crueldades expostas no Velho Testamento. Com isso, pode-se dizer que Deus nunca deixou de expor à Humanidade às maldades que ela própria inventou no seu ódio fratricida, e por isso o fantasma da escravidão e do apedrejamento nunca sumiram do mundo, e qualquer um de nós poderia, a qualquer momento, cair numa cova de leões – como Davi – ou numa sessão de açoites com látegos cortantes, como o Nazareno.

Ora; nem precisou o Ocidente evoluir e expor toda a sua tecnologia para mudar a cabeça dos nossos inimigos! A maldade deles continuava sendo a escravidão e o espancamento, e eles só olharam para a nossa tecnologia para roubar armas mais letais do ponto de vista coletivo, e por isso estamos diante do terror de que fomos nós mesmos quem armamos os nossos inimigos com o pior da nossa raça, a saber, o poder do genocídio, que suas facas e cimitarras não conseguiam executar. Mas mesmo neste caso ainda não matamos o fantasma, pois ser vítima de uma bomba atômica é ainda melhor do que cair nas mãos de um carrasco persa e ver sua cimitarra subir em direção ao nosso pescoço!

E todos esses fantasmas devem ter aterrorizado o próprio Lewis, mesmo que na época dele ainda não existisse um grupo terrorista como o ISIS, ou uma horripilante travessia do Mediterrâneo por multidões de terroristas disfarçados de imigrantes! E foi justamente isso que levou Lewis a narrar, nas Crônicas de Nárnia, a mesma inimizade islâmica antissemita de sempre nas sagas enfrentadas pelos narnianos, em confronto com homens pardos de rosto carrancudo e obedientes a um tal de “deus Tacha”, habitantes de uma tal Calormânia e por isso chamados calormanos.

Ninguém haverá de ler as Crônicas de Nárnia sem perceber, a queima roupa, que os tais calormanos possuem inúmeras semelhanças – até identidades e intimidades – com os povos árabes, até em sua forma de falar, comer, galopar, navegar, guerrear, cultuar, etc. A indumentária calormana, por mais distraído que seja o leitor, deixa evidente a típica alfaiataria arábica, bem como as suas roupas de guerra, seus chapéus e sapatos, suas armas e escudos, seus tapetes “persas”, suas bebidas egípcias, suas expressões de combate, enfim, tudo, à exceção do definitivo distanciamento mnemônico do Oriente Médio pela longínqua separação existente entre a Tellus e Nárnia, separação esta PROVIDENCIAL para salvar a Terra, evidentemente providenciada pelo próprio Deus dos cristãos, Aslam.

Isto posto, não se pode deixar de perguntar o seguinte: teria Lewis apenas “imaginado” que a eterna inimizade entre árabes e judeus iria ultrapassar as fronteiras multidimensionais existentes entre nosso Universo e o Universo onde Nárnia se encontra? Ou mais ainda, teria Lewis planejado mesmo “profetizar” à cristandade que a última batalha dos cristãos iria de fato ser travada contra o Islã?

Particularmente, sou o tipo de leitor que não atribui qualquer “acaso” ou ‘coincidências’ nas expressões e raciocínios de Lewis, acreditando piamente tratar-se do contrário, ou seja, que Jack quis e premeditou cada expressão que ia divulgar, oferecendo seus livros como uma espécie de “Manual Prático de Guerra” aos cristãos, ou pelo menos aos cristãos que tivessem aquilo que Jesus chamava de “ouvidos de ouvir”.

Logo, o título “Lewis previu a guerra contra os muçulmanos” está perfeitamente fundamentado na lógica mais lewisiana possível, e agora o estudo atual da expansão do islamismo no mundo só vem a corroborar o alerta e a instrução que Jack passou a seus leitores! Com efeito, ao lermos livros como os de Olavo de Carvalho, ao assistirmos alguns noticiários sem a censura esquerdista do Ocidente, e ao assistirmos muitos vídeos na Internet (como os que sugerimos ao final deste artigo), jamais poderemos extrair qualquer dedução que não reforce a ideia de que o grande inimigo de Deus é o Islamismo; que este será usado como braço direito de satanás; e que somente a volta de Jesus aniquilará os eternos algozes de Israel e da Noiva de Cristo!

Finalmente, nem é preciso dizer que a leitura de toda a Bíblia Sagrada, bem como dos livros de CS Lewis (dando prioridade às Crônicas de Nárnia), de livros como os do professor Olavo de Carvalho, e até a leitura do próprio Alcorão (para que cada um de nós veja com seus próprios olhos como o Islamismo foi mesmo engendrado no Inferno), são a melhor arma para enfrentar os terríveis dias que virão, enquanto durar no mundo regimes que apóiam o Islã como idiotas úteis, tais como o Socialismo e o Comunismo. E talvez nem nos reste mais tempo para tanta leitura, pois os muçulmanos já estão invadindo o Brasil. Neste caso, ver pelo menos alguns dos seguintes vídeos poderá ser nossa última chance de conhecer melhor o eterno inimigo do povo de Deus. Que Ele tenha pena de nós.

Vídeos recomendados para instruir os soldados de Cristo:

O Alcorão prega uma religião sanguinária e demoníaca – Ex-Muçulmana diz: O Alcorão me revelou coisas que me deixaram chocada: https://www.youtube.com/watch?v=2LelCJlk9q4

Ex-Muçulmano Mostra ao Presidente Obama o que é o Islã – Brother Rachid: https://www.youtube.com/watch?v=UVSo0bf_gTU

O tamanho do nosso inimigo. O avanço do mal! (Valéria Bernardo): https://www.youtube.com/watch?v=UdbymixDhtY

 

Sobre Prof. JV de Miranda

João Valente de Miranda Leão Neto é bacharel em Administração de Empresas, com pós-graduação em O&M. É bacharel em Teologia, com licenciatura plena em Ciências da Religião. É técnico em desenho de arquitetura e Photoshop, telefonia, mixagem musical e editoração de som. É pesquisador de paraciências e ufólogo, poeta e ex-articulista de jornais de circulação no Nordeste. É redator e revisor autônomo de textos e dissertações na Grande Rede.

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